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sexta-feira, 8 de março de 2013

PRODUTO INTERNO BRUTO NO ANO DE 2012 PASSOU DE 4,4 TRILHÕES

O PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas no país) no ano passado chegou a R$ 4,403 trilhões. No último trimestre, houve crescimento de 0,6% em relação aos três meses anteriores. Na comparação com o 4º trimestre de 2011, expansão no período foi de 1,4%.

Segundo estimativa do FMI (Fundo Monetário Internacional), em 2012, os Estados Unidos cresceram 2,2%, e o Japão, 2%. A Alemanha, maior economia da zona do euro, teve o mesmo resultado que o Brasil (0,9%). Já Grã-Bretanha (-0,2%), França (0,2%), Itália (-2,1%) e Espanha (-1,4%), entre outras nações europeias, tiveram resultados ainda piores que o brasileiro, segundo o FMI.

Além de ficar atrás do crescimento médio das 35 economias que o FMI considera avançadas, de 1,3%, a expansão da economia brasileira foi em 2012. Porém, Ficou, ainda, abaixo do resultado de todos os outros países dos Brics – Rússia (3,6%), China (7,8%), Índia (4,5%) e África do Sul (4,5%).
 
O setor que teve melhor desempenho no ano foi o de serviços, que cresceu 1,7%. Já a agropecuária (-2,3%) e a indústria (-0,8%) registraram queda.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 3,1%, favorecido pela elevação de 6,7% da massa salarial dos trabalhadores. A despesa com a administração pública aumentou 3,2%.

A taxa de investimentos, porém, teve queda de 4% no ano, puxada pelo recuo na produção de máquinas e equipamentos.

Segundo Simão Davi Silber, professor de economia da USP, o menor crescimento do Brasil em 2012 em relação ao de algumas economias no centro da crise revela, além de uma recuperação gradual nesses países, “o esgotamento do ciclo de crescimento por incorporação de mão de obra” no país.

“Ao longo dos últimos anos, nossa taxa de desemprego se reduziu drasticamente por causa do setor de serviços”, diz ele à BBC Brasil. “Esse processo está completo, senão muito avançado”.

Agora, diz ele, o crescimento brasileiro dependerá basicamente de investimentos em tecnologia e infraestrutura, para aumentar a eficiência da produção nacional.

Projeções para 2013
 

O baixo índice de crescimento do Brasil em 2012 já era esperado pela maioria de economistas. Para 2013, porém, espera-se uma melhora expressiva.

O FMI, por exemplo, projeta crescimento de 3,5% para o país neste ano, o mesmo que a média mundial.

Para Raphael Martello, economista da Consultoria Tendências, a expansão da atividade econômica no último trimestre de 2012 já sinaliza ventos melhores para este ano. Segundo ele, a indústria, cujo desempenho ruim tem travado um crescimento maior do país, vem mostrando sinais de recuperação.

“Mas ainda há incertezas sobre a magnitude dessa expansão para o resto do ano”, afirma Martello. Ele espera que em 2013 o país cresça 3,2% -- previsão que, contudo, pode ser revista para baixo se não houver melhora gradual na indústria e no nível de investimentos.


 

terça-feira, 25 de maio de 2010

ELEIÇÕES 2010 - DILMA E SERRA EMPATADOS

Uma história ficcional geralmente é divida em três atos: início, desenvolvimento e conclusão. A corrida presidencial deste ano parece seguir um script sem precedentes, com uma parte só sem definição: seu final, que ocorrerá após a população brasileira, em outubro, eleger novo representante para o país.

Ano passado, José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo e pré-candidato à presidência da República, estava muitos pontos à frente de Dilma Rousseff (PT), ex-ministra da Casa Civil, nas várias pesquisas eleitorais. Nas últimas semanas, porém, a diferença tem diminuído e de tanto isso acontecer, eis que o instituto CNT/Sensus já indicava a petista líder na disputa, embora o empate técnico seja o constatado.

Desta vez, a pesquisa Datafolha também assinala a mesma característica: 37% para cada um. Segundo o portal de notícias G1, estudo divulgado em 17 de abril indicou o tucano com 42% das intenções entre os eleitores, enquanto Dilma tinha em suas mãos somente 30%. Marina Silva (PV), terceira preferida pela população, manteve os mesmos 12 pontos percentuais constatados há um mês.

Será que Serra manterá o discurso de os “números reais são aqueles registrados nas urnas eletrônicas”? Até lá a novela poderá ter seu fim, mesmo antes de ele chegar.
Vale ressaltar que a margem de erros na pesquisa Datafolha é de dois pontos, para mais ou para menos.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Caso Cesare Battisti



O ministro da Defesa, Nelson Jobim, em visita à Itália, afirmou nesta sexta-feira (23) que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o caso do ex-ativista italiano Cesare Battisti deverá ser anunciada "dentro de 30 dias".

Jobim falou sobre o tema ao participar, em Pisa, das homenagens à FEB (Força Expedicionária Brasileira), cujos pracinhas atuaram na Segunda Guerra Mundial.


Condenado pela Justiça da Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, Battisti, ex-membro do grupo de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), foi detido no Brasil em 2007.

No início de 2009, ele recebeu o status de refugiado do então ministro da Justiça, Tarso Genro. Mas, em novembro do mesmo ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu por sua extradição, como solicita o Estado italiano. Ao emitir sua sentença, entretanto, o STF determinou ainda que o parecer final caberia a Lula. Atualmente no presídio da Papuda, em Brasília, o ex-militante do PAC aguarda o pronunciamento do presidente.

Lula se pronunciaria depois da publicação do acórdão, a declaração formal com o resultado do julgamento, que saiu no último dia 16. Agora, o mandatário espera análise da AGU (Advocacia-Geral da União).

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

IMPRENSALÃO: A REDE GLOBO NÃO MOSTROU



A foto acima consta o inquérito que apurou o propinoduto em torno do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM/PFL). Em destaque, podemos ver o que a Rede Globo não mostrou. Você mesmo (Veja).




Será que vai estrelar o Jornal Nacional?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Balança Comercial


Balança Comercial Brasileira - 3ª Semana de Novembro de 2009

RESULTADOS GERAIS



Na 3ª semana de novembro, a balança comercial apresentou exportações de US$ 2,907 bilhões e importações de US$ 2,562 bilhões, resultando em superávit de US$ 345 milhões. O menor resultado das exportações e das importações na semana foi influenciado pelo feriado do dia 20, ocorrido em algumas das principais cidades brasileiras. Até a 3ª semana de novembro, as exportações acumulam US$ 8,789 bilhões e as importações, US$ 8,426 bilhões, com superávit de US$ 363 milhões. No ano, as exportações somam US$ 134,668 bilhões, as importações, US$ 111,706 bilhões, com saldo positivo de US$ 22,962 bilhões.

Fonte: SECEX/MDIC

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ESTADOS AFETADOS PELO BLECKOUT EM 2009

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que sobre o apagão ocorrido. Segundo nota técnica do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), quatro estados foram afetados na totalidade: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A princípio, havia relatos de que pelo menos dez estados haviam sido atingidos pelo apagão. Os números iniciais, no entanto, não eram oficiais e não traduziam a realidade. Santa Catarina foi um estado mencionado pela mídia partidária, como prejudicado pelo apagão, coisa que não aconteceu.


O apagão provocou a interrupção na transmissão de 28.800 Megawatts de energia no Brasil e de 980 Megawatts no Paraguai. Segundo relatório da ONS, o desligamento ocorreu no sistema de transmissão entre Foz de Iguaçu (PR) e Tijuco Preto (SP), provocando um efeito cascata nos sistemas de transmissão e substransmissão de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.





A grande mídia no Brasil, entre elas Rede Globo, foi uma das primeiras a atacar o presidente operário (Governo Lula). Seu objetivo é claramente impedir de fazer o sucessor. Para isso, eles usam absolutamente tudo, da falsa denúncia e manipulação, às mais modernas técnicas de sabotagem na informação.



E, agora, Arthur Virgílio, Ali Kamel, Frias Filho, FHC e José Serra conseguiram um “apagão” monumental para escurecer a imagem de Dilma Rousseff.



O objetivo é emperrar o funcionamento da máquina federal e atirar a opinião pública contra o presidente e seus aliados, especialmente no que diz respeito a Ministra-Chefe da Casa Civil.



Nos últimos sete anos, a Agência Nacional de Sabotagem (Anas) promoveu inúmeros atos criminosos para desestabilizar as instituições, promover o caos e, assim, tentar devolver o poder às elites conservadoras.



Mas o que é, efetivamente, a Anas?



Trata-se de complexa e riquíssima corporação dedicada à realização de operações pontuais de destruição da imagem do governo.



Compõe-se de políticos golpistas, homens de negociatas (não confundir com homens de negócio), latifundiários, marqueteiros, publicitários e representantes das principais cadeias de comunicação do país.



As ações da Anas podem ser planejadas com meses de antecedência. Mas há pessoal especializado em detonar crises em apenas algumas horas.



A norma é fazer com que um escândalo suceda outro, que a série de desastres jamais tenha fim.



Ou seja, cada vez que um foco de incêndio é apagado, cuida-se para que outro seja

aceso imediatamente.



A ação do Anas é sempre coordenada. À desconstrução de um mecanismo, especialmente nos serviços públicos, segue-se a violenta ação de mídia, destinada a apontar os culpados na esfera do governo.





Velhos arapongas e fiéis escudeiros do atraso realizam boa parte do trabalho sujo, especialmente no campo do vazamento e contaminação de informações.

Aviões, epidemias e prova do Enem



Nos últimos anos, os infiltrados, espertos do “duplo emprego”, agem diariamente nas casas públicas.



É frequente o sumiço de documentos, a “queda de sistemas informatizados” e a farta distribuição de bilhetes anônimos com denúncias e ameaças.



Sofre, por exemplo, quem trabalha de verdade em ministérios e escritórios da estrutura previdenciária ou da Receita Federal.



As grandes sabotagens acabam produzindo ecos na mídia. Ninguém se esquece do caos artificialmente criado no sistema de controle aéreo.



Esse braço do movimento de desestabilização era dirigido claramente por botinudos empijamados, muitos deles filiados a organizações de ultra-direita.

Nessa frente, a Anas vibrou com o desastre do avião da TAM, em Congonhas, em 2.007.



Seguiu-se a divulgação da teoria “grooving” e a acusação de Ali Kamel ao governo federal. E, imediatamente, os golpistas saíram às ruas, encamisados pelo movimento “Cansei”.



Talvez confiante no sucesso da intentona, alguns de seus articuladores botaram as cabeças para fora da toca.



Foi o caso do presidente de uma poderosa multinacional de eletroeletrônicos e do capo de um das maiores agências de publicidade do Brasil.



Esse propagandeiro baiano, aliás, foi o mesmo que tratou de disseminar o terror psicológico em seu segmento após a queda do Lehman Brothers, em Setembro de 2.008.



Há inúmeros casos de ações de sabotagem puramente midiática. Uma delas foi liderada pela palpiteira que serve de articulista para o jornal da família Frias.



A boneca “Emília” das redações instaurou o pânico na população, propagandeando o avanço irrefreável da peste amarela.



Por conta desse ato de sabotagem, gente incauta perdeu a vida ao tomar doses desnecessárias da vacina.





O mesmo jornal, em outra ocasião, construiu uma peça ficcional de terror, ao antecipar que milhões de brasileiros contrairiam a Gripe Suína, e que muitos morreriam por causa da doença.



O abilolado Hélio Schwartsman escreveu que a moléstia atingiria até 35 milhões de

pessoas em dois meses. Também afirmou que de 3 milhões a 16 milhões de brasileiros precisariam de atendimento médico.



Na época, a Anas mobilizou-se também para dar voz à nova Francenilda, a receiteira mulher do ex-ministro de FHC. O alvo? Dilma Rousseff.

Mais adiante, a agência compôs o roteiro sinistro e bizarro da divulgação antecipada da prova do Enem.



Primeiramente, estranha-se (?) que a gráfica palco da farsa seja ligada a uma das empresas jornalísticas que encabeçam o permanente movimento golpista.



Os responsáveis oficiais pela sabotagem, na verdade, não procuraram simplesmente auferir do ato criminoso o lucro fácil e rápido.



Ao contrário, empenharam-se em entregar a prova aos dois maiores jornais de São Paulo.

O

s ladinos sabiam, obviamente, que jamais receberiam os tais R$ 500 mil exigidos em troca dos exemplares do exame.



O motivo presumível? Queriam se passar por meliantes comuns.

No caso do Estadão, note-se que um dos bandidos fala em “derrubar o Ministério”.



Logicamente, o pessoal da Anas tem como proteção a tradicional barreira de laranjas e colaboradores voluntários do baixo clero sabotador.



A pânico do blecaute



A mídia já trata de associar de confundir fatos e conceitos, associando o blecaute de 2009 à crise estrutural do sistema, obra do governo privateiro de Fernando Henrique Cardoso.

No início da década, o Brasil sofreu um colapso no sistema energético. Simplesmente, não havia como atender à demanda.





CONCLUINDO....

O país se apagou por decreto governamental e retornou ao tempo da vela e da lamparina. O prejuízo ultrapassou a casa de US$ 50 bilhões, segundo os cálculos mais modestos.



Na época, a indústria e o comércio puxaram o freio. Sobre o Brasil, deitou-se a sombra pesada da incompetência tucana.



No governo Lula, o sistema foi inteiramente remodelado. Usinas geradoras foram construídas em tempo recorde. Novas linhas de transmissão ampliaram a malha de transporte de energia.



O Brasil, hoje, produz energia suficiente para atender à demanda do crescimento econômico.



Somente o desejo de enganar a opinião pública, portanto, justifica a comparação entre o blecaute pontual de 2009 e a crise energética do início da década.

No caso dos eventos de 10 e 11 de Novembro, convém considerar, sim, a hipótese de sabotagem.



Em várias ocasiões, os serviços de inteligência norte-americanos apontaram a ação de hackers como causa de blecautes regionais no Brasil.

“Coincidentemente”, há poucos dias, foi esse o assunto do programa “60 minutes”, da rede norte-americana CBS.

C

onvém lembrar que um hacker não é necessariamente um moleque espinhudo que usa tênis All-star e tenta conquistar o mundo enquanto bebe o Nescau espumante que a mamãe lhe preparou.



Há hackers muito mais sofisticados, que vendem seus serviços a grupos de interesse nos campos da política e dos negócios.



O grande problema é que dificilmente uma instituição sabotada e hackeada divulga a verdadeira natureza desses golpes.



Ao admitir que foi sabotado, qualquer governo expõe-se como vulnerável.

Menos mal, por enquanto. Temos luz. E, desta vez, não houve fogo, explosão e vítimas fatais.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

POBREZA DIMINUI NO BRASIL

O número de famílias com rendimento familiar per capita de até ½ salário mínimo caiu de 32,4% para 22,6%, em dez anos. No entanto, em 2008, metade das famílias brasileiras ainda vivia com menos de R$ 415 per capita. Mais da metade das mulheres sem cônjuge e com todos os filhos menores de 16 anos viviam com menos de R$ 249 per capita.


Embora tenha havido melhorias, 44,7% das crianças e adolescentes1 de até 17 anos viviam, em 2008, com uma renda familiar per capita de meio salário mínimo e 18,5% de ¼ de salário mínimo.

De 1998 a 2008, a proporção de casais sem filhos cresceu, passando de 13,3% para 16,7%, acompanhando a queda da fecundidade. Nesse mesmo período, cresceu a proporção das mulheres que se declararou pessoa de referência do domicílio, mesmo com a presença de um cônjuge (2,4% para 9,1%). Do mesmo modo, subiu de 4,8% para 11,8% a porcentagem de mães de 18 a 24 anos que são pessoa de referência.


Entre 1998-2008, dobrou a proporção dos jovens cursando o ensino superior: de 6,9% para 13,9%. No grupo de 16 a 24 anos, aumentou, de 38,1% para 49,1%, o percentual daqueles que ganhavam mais de um salário mínimo e diminuiu de 38,9% para 28,8% o percentual de jovens trabalhando mais de 45 horas semanais.



Em 2008, Dois terços dos jovens brancos e menos de um terço dos pretos e pardos cursavam o nível superior. 14,7% dos brancos e somente 4,7% dos pretos e pardos adultos tinham superior completo em 2008. Entre o 1% com o maior rendimento familiar per capita na população brasileira, apenas 15% eram pretos ou pardos.



A mortalidade infantil caiu 30% em dez anos. No mesmo período, com a queda da fecundidade, a população com menos de um ano de idade diminuiu 27,8%.

Em 2008, o Brasil já contava com 21 milhões de idosos. Em números absolutos, esta população com mais de sessenta anos já superava a da França, Inglaterra ou Alemanha. Mas, ao contrário desses países, 32,2% dos idosos brasileiros não sabiam ler e 51,4% eram analfabetos funcionais.



Em 2008, Brasil tinha 19,7 milhões de migrantes, e uma densidade demográfica de 22,3 habitantes por quilômetro quadrado. Já o número de casamentos registrados nos cartórios do país cresceu 31,1%, de 1998 a 2007.



Em dez anos dobrou percentual de jovens freqüentando a universidade

Na faixa de jovens de 18 a 24 anos houve avanços na área de educação, com a queda de 8,6%, em 1998, para 2,9%, em 2008, na taxa de jovens nessa faixa etária que ainda estavam no ensino fundamental (deve ser concluído em torno dos 14 anos de idade). Embora persistam as desigualdades regionais. No Nordeste, que tem o menor percentual, apenas 8,2% dos jovens de 18 a 24 anos freqüentam escola, enquanto no Sul, o percentual é mais que o dobro: 19,0%.


Outro avanço na faixa de 18 a 24 anos, demonstrado pela Síntese, é que dobrou a proporção dos jovens cursando o ensino superior: de 6,9% para 13,9%. Houve aumento da frequência ao ensino superior em todas as regiões do país, entre 1998 e 2008. Mesmo assim, o percentual é baixo quando comparado a países como França, Espanha e Reino Unido, essa proporção é superior a 50%, ou América Latina, onde Chile destaca-se com 52%.



Em 2008, metade das famílias vivia com menos de R$ 415 per capita

Em 2008, o valor médio do rendimento familiar per capita era R$ 720. Entretanto, metade das famílias vivia com menos de R$ 415, mesmo valor do salário mínimo de setembro de 2008. A distribuição de renda no país continua bastante desigual, como demonstram os valores do rendimento mediano no Nordeste e no Sudeste: R$ 250 contra R$ 500, respectivamente.


Entre 2001 e 2008, o grupo que reúne o último quinto de rendimento (mais ricos) diminuiu sua parte em 4,25 pontos p.p. em favor dos quintos inferiores (mais pobres). Embora o quinto tenha ganhado apenas 0,68 p.p., isso representa um crescimento proporcional maior (cerca de 26%) do que o obtido pelos quintos subsequentes, que também foram beneficiados com a melhoria da distribuição de renda.



Famílias com rendimento per capita de até ½ salário mínimo caem de 32,4% para 22,6%

A distribuição por classes de rendimento familiar per capita no período 1998/2008 foi mais favorável para aquelas unidades que viviam com até ½ salário mínimo. Em 1998, esse percentual para o conjunto do país era de 32,4% chegando, em 2008, a 22,6%. No Nordeste, a queda entre 2003 e 2008, foi de 13 p.p. (54,3% para 41,3%), provavelmente resultado de políticas públicas dirigidas às famílias mais pobres.

Fonte:IBGE

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

QUEM PAGOU A CONTA?

Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.


A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).



Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.



Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.



Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.



Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).



FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.


Fonte: Blog Brasil Mobilizado

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CIRO GOMES NO CANAL LIVRE

Ontem o programa Canal Livre da TV Bandeirantes entrevistou o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) que falou sobre diversos temas, dentre eles, sua pré-candidatura a presidente do Brasil e a pseudo-reforma eleitoral aprovada no Congresso Nacional.




Os entrevistadores foram Boris Casoy, Fernando Mitre e Antônio Teles, que se prepararam para botar o deputado Ciro Gomes contra a parede. Mas, o deputado deu um show e foi espetacular em suas respostas e, sobretudo, no debate dialético com o jornalista Boris Casoy, que parecia um propagandista da oposição.


Ciro Gomes disse que a aliança do PT com o PMDB é de uma "flruxidão moral e intelectual", não concordando com a forma que ela foi estabelecida. Mas considera esse tipo de aliança necessária, para que o Presidente da República possa governar sem maioria no Congresso Nacional.


No decorrer da entrevista foi enfático em afirmar que parte da elite brasileira é golpista e que a imprensa, em sua grande maioria, enaltece o negativo, ou seja, trabalha no sentido oposto ao fortalecimento das instituições brasileiras.


Quando questionado se poderia ser candidato a presidente do Brasil ele foi taxativo. "Se depender de mim serei candidato a presidente do Brasil", afirmou. Porém ele deixou claro que sua candidatura está sendo discutida e a decisão é do seu partido e dos partidos que poderão se compor para dar sustentação à sua postulação ao Planalto.


Ciro Gomes convocou os jovens para entrar na política e tirar do cenário atual os “pilantras” que dela se locupletam. O deputado disse que é importante que o jovem retorne a discutir política e se apresente à sociedade como alternativa aos quadros que estão comandando o cenário político há décadas.
A avaliação que faço da entrevista é que ela foi muito boa e sem dúvidas o deputado Ciro Gomes está credenciado a disputar a vaga de presidente nas próximas eleições gerais no Brasil.


Fonte: Blog do Gutemberg Dias

sábado, 5 de setembro de 2009

Recuperação da Economia Deve Gerar Um Crescimento de 4,5%


Previsão para 2010


Segundo do Ministério do Planejamento, o resultado deverá somar em 2010, R$ 38,9 bilhões. De acordo com o titular da pasta, ministro Paulo Bernardo, a recuperação da economia no próximo ano, com crescimento previsto de 4,5%, vai gerara mais contratações com carteira assinada, contribuindo para a queda do déficit.
Outro fator que deve gerar mais formalização, segundo o ministro do Planejamento, é a figura do microempreendedor individual, que começou a valer neste ano.


O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a previdência do setor privado, apresentou em 2008 a primeira queda desde 1995, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Previdência Social. No ano 2008, o déficit ficou em R$ 36,2 bilhões, com queda de 19,3% frente ao resultado negativo de 2007, que somou R$ 44,8 bilhões.


Em dezembro de 2008, as contas da Previdência Social registraram superávit, isto é, a arrecadação líquida, que somou R$ 22,96 bilhões, ficou acima das despesas com o pagamento de benefícios, que totalizaram R$ 21,22 bilhões. Com isso, o resultado ficou positivo em R$ 1,73 bilhão.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

POR QUE A OPOSIÇÃO NÃO QUER A APROVAÇÃO DA CSS?!

Câmara retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.

A regulamentação da Emenda 29, que aumenta recursos para a saúde, dominou ontem as discussões na Câmara e retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.


O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), até tentou incluir a matéria na pauta, mas não houve acordo entre os líderes dos partidos do governo e da oposição para votar o texto na próxima semana. Chinaglia previu que os trabalhos se alongassem durante a noite e até de madrugada.


Os oposicionistas tentavam impedir a votação da MP 424/08, que concede crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão a diversos órgãos do Poder Executivo. É que a matéria tranca a pauta e impede a votação do projeto de lei 306, que regulamenta a emenda constitucional 29. "A proposta da oposição era de que não obstruísse os trabalhos, se o governo concordasse em votar a matéria em outra data.", comentou.


Para o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), "Nós esperamos que isso não aconteça e que o novo imposto não seja aprovado".


Exatamente o contrário pensa o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS). "Temos votos, temos segurança para aprovar a CSS. Além disso, a saúde terá recursos extras em um ano melhor de arrecadação e depois, em 2009, a CSS se agrega".


A oposição não quer a implantação da CSS, porque, essa contribuição (imposto) incide diretamente sobre a classe rica. Ou seja, o rico terá de contribuir para o pobre (SUS); aquele que movimentar mais de R$ 3.200,00 reais. A contribuição é de 1% sobre a movimentação. Contra a CSS, está os grandes empresários e a mídia.


Você já imaginou, quanto a Rede Globo teria que contribuir través da CSS, após esses BBB´s ?!...?!...?!... Quanto seria arecadado para o SUS?!...


O grande problema está na demagogia da oposição. Todos reclamam que deve existir mais investimento na saúde, porém, obstruem e declaram fielmante que são contra o esse imposto. A preocupação da oposição, não está na criação do imposto. A preocupação da oposição está na real chance de existir um sucessor do Presidente Luis Inácio Lula da Silva.


Isso ocorre porque, o Governo Lula está repassando do rico, aos mais necessitados, nesse caso diretamente o (SUS). Ele está fazendo o que a oposição nunca soube fazer Governar com distribuição de renda.

Trabalhar contra a implantação da CSS (imposto do cheque), é atuar contra o pobre doente do SUS.

SETE DE SETEMBRO MINGUADO "QUEM LEMBRA?!"


SETE DE SETEMBRO MINGUADO

O ano foi marcado por um fato inédito: a dispensa de 44 mil dos 52 mil recrutas convocados. E até sem precisar - essa é a opinião de um dos mais influentes colaboradores do presidente Fernando Henrique na área econômica. A dispensa de recrutas teria desgastado a imagem do governo e azedado as relações com as Forças Armadas.

Um episódio que poderia ter sido evitado se, de acordo com esse assessor, houvesse um pouco mais de empenho e criatividade por parte do governo. O dinheiro economizado com a dispensa de recrutas poderia ter vindo de outra fonte, facilmente, segundo ele. A medida de emergência trouxe novamente discussões por mais verbas para os militares.

O governo não deu o dinheiro necessário, mas liberou R$ 300 milhões para o Ministério da Defesa, lançou o Sistema de Vigilância da Amazônia, o Sivam, e abriu a discussão para a compra de novos caças para a Aeronáutica. Mesmo assim, os cortes de verba continuam severos. Dos R$ 5,2 bilhões previstos no orçamento, apenas R$ 3,3 bilhões foram liberados até agora.

A Aeronáutica foi a força mais prejudicada. Isso provocou o cancelamento de operações militares por todo o Brasil e impediu o reforço programado nas fronteiras da Amazônia. A falta de dinheiro também afetou o desfile de 7 de setembro.

Este ano, ele vai ter menos tropas e menos carros. Até a apresentação de caças da Força Aérea foi suspensa. Mas terá uma novidade: o Palácio do Planalto vai oferecer um coquetel depois do desfile para os oficiais mais graduados. Mas a maior preocupação dos militares agora não é o desfile, mas os recursos para o ano que vem. A proposta de orçamento do governo enviada ao Congresso prevê R$ 4,45 bilhões para o Ministério, verba que os militares esperam que o novo presidente não corte.


Fonte: Jornal Bom Dia Brasil - 2002

sábado, 4 de julho de 2009

INTERNET AJUDA A FISCALIZAR OS PARLAMENTARES

Após denúncias de nomeações e exonerações no Senado por meio de atos secretos, o G1 preparou um guia com os meios que o eleitor dispõe, pela internet, para fiscalizar os parlamentares.

O guia dá dicas de como pesquisar informações referentes aos senadores e aos deputados. Além disso, há dicas sobre como consultar processos contra parlamentares e ainda como entrar em contato com os gabinetes - confira abaixo.

Na avaliação do professor de ciências políticas do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Sérgio Braga, atualmente existem mais ferramentas para fiscalizar os parlamentares do que há dois anos, quando ele realizou uma pesquisa sobre transparência no Legislativo brasileiro.

Naquela época, segundo o professor, o Senado ainda não dispunha de dados sobre pedidos de reembolso feitos pelos senadores, por exemplo.

"O Senado é uma espécie de museu dos dinossauros e funciona mais lentamente do que a Câmara. Melhorou bastante, é inegável, mas ainda falta muita coisa, como fornecer cópias de notas fiscais, por exemplo", diz Sérgio Braga.

O professor destaca ainda que o site da Câmara continua melhor no que diz respeito à transparência.



"(No Senado) tem que dar muitos cliques para chegar. A informação geralmente não é fácil de ser encontrada."

Para ele, a transparência implantada no Legislativo deveria ser aplicada também em outros órgãos do governo federal, como o Banco Central, e o Judiciário. "O antídoto contra a corrupção é a transparência", avalia Braga.

"Mesmo que todas as informações não estejam disponíveis, é importante que a população acompanhe o que os parlamentares fazem. E a internet é uma das principais armas da sociedade", completa o cientista político.

Fonte: G1

terça-feira, 26 de maio de 2009

SANTA CATARINA NO TOPO DA DEVASTAÇÃO



O NOVO CÓDIGO AMBIENTAL DE SANTA CATARINA FAVORECE ESSA PESQUISA

Estudo divulgado nesta terça-feira (26) mostra que, entre 2005 e 2008, em dez estados brasileiros avaliados, foi desmatada uma área de Mata Atlântica equivalente a cerca de dois terços do tamanho da cidade de São Paulo. Segundo o estudo, 1029,38 km² de mata foram desmatados no período considerado. As informações foram levantadas pela Fundação SOS Mata Atlântica em conjunto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


Segundo o relatório Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, a área original da mata no Brasil era de 1,315 milhão de km², distribuída em 17 estados (PI, CE, RN, PE, PB, SE, AL, BA, ES, MG, GO, RJ, MS, SP, PR, SC e RS). As informações mostram que esta área atualmente é de 102.012 km², o que significa que a extensão do bioma foi reduzida a 7,91% de seu território original. Essa porcentagem totaliza fragmentos de mata acima de 1km², e tem como base remanescentes florestais de 16 dos 17 estados em que há Mata Atlântica.


Se forem incluídos os fragmentos acima de 0,03km², o estudo mostra que a área de Mata Atlântica remanescente totaliza 11,41% da cobertura original.



O estudo divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica não analisou dados do desmatamento no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, em Pernambuco, na Paraíba, em Sergipe e Alagoas.


Média mantida
Flávio Ponzoni, coordenador técnico do estudo, diz que a média de desmatamento total observada nos períodos 2000-2005 e 2005-2008 se manteve praticamente a mesma. Entre 2000 e 2005, 349,65 km² de mata foram desmatados por ano, em média. Já de 2005 a 2008, uma média 341,21 km² do bioma foram desmatados por ano.

Ponzoni, entretanto, afirma que, “nestes três anos, confrontando com os cinco anteriores, foi desmatado quase o dobro nos dez estados analisados. O que detectaremos nos próximos dois anos se a tendência se mantiver?”

Quem Está no Topo da Devastação?!
O estudo mostra que os estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Paraná foram, nesta ordem, os que registraram maiores índices de desmatamento no período analisado. Esses estados perderam áreas de 327,28 km², 259,53 km², 241,48 km² e 99,78 km², respectivamente, entre 2005 e 2008.


MEXEU COM O MEIO AMBIENTE, MEXEU COMIGO!
Se você acha que essa briga também é sua, vamos juntos protestar aos órgãos copetentes.

☼ Central de Relacionamento do Senado Federal - Brasil http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/


☼ Ouvidoria da Câmara dos Deputados - Brasil
http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/ouvidoria


☼ Central de Atendimento da Câmara dos Deputados - Brasil
http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faleconosco


☼ Central de Atendimento da Fatma Santa Catarina
http://www.fatma.sc.gov.br/index.php?option=com_contact&Itemid=186


☼ IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Para Sugestões, reclamações e denúncias sobre agressões ao meio ambiente podem ser feitas através da Linha Verde 0800-61-8080 (ligação é gratuita no Brasil) ou acesse Fax: (61) 3321-7713


☼ Superitendência do IBAMA em Santa Catarina
E-MAIL: luiz.trein@ibama.gov.br
AVENIDA MAURO RAMOS, Nº 1.113 CENTRO
CEP: 88.020-301 - CAIXA POSTAL 660 - FLORIANÓPOLIS - SC
TEL: (48) 3212-3300/3212-3301
FAX: (48) 3212-3351

quinta-feira, 21 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

O FUTURO MOSTRARÁ O QUE É O CÓDIGO AMBIENTAL DE SANTA CATARINA



O ponto mais polêmico do código catarinense diz respeito à mata ciliar, esta que protege as margens de nascentes e rios e é de preservação permanente. A legislação federal diz que esta faixa de mata deve ter no mínimo 30 metros.

Pela lei catarinense, a proteção fica reduzida: cai para cinco metros em caso de pequenas propriedades e vai até dez metros nas propriedades com mais de 50 hectares.


O Ministério Público Federal concorda e afirma que o novo código estadual fere leis federais.

"Na verdade, a legislação estadual só pode complementar a legislação federal, de maneira a proteger mais o meio ambiente. Se ela não protege, se ela reduz esta proteção, ela é inválida"

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Agora, ele vai "se lixar" em outro lugar




O NOME DELE É: SÉRGIO MORAES

Apesar dos apelos por uma solução negociada, "sem vencedores e vencidos", e da tropa de choque de petebistas escalada para defender o companheiro de partido, o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PR-BA), destituiu ontem o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) da relatoria do processo contra o ex-corregedor da Câmara Edmar Moreira (sem partido-MG). Moraes, que disse se "lixar" para a opinião pública e não vê motivos para condenar Moreira, será substituído por Nazareno Fonteles (PT-PI). A substituição foi anunciada ao fim de quase três horas de uma tensa reunião .

O deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), novo relator no Conselho de Ética do caso Edmar Moreira (o homem do castelo), aprendeu com seu antecessor Sérgio Moraes .O petista diz que se importa com a opinião pública e promete trabalhar em silêncio, sem antecipar o que pensa do processo. Fonteles se esquivou de armadilhas e se poupou. “Não vou falar a minha posição porque é exatamente por isso que fui chamado. Vou ouvir quem for importante para esclarecer e vou apresentar o que penso por escrito e tornar público depois”, disse o novo relator.


Políticos muitas vezes são acusados de enganar as pessoas, de não dizer a verdade. Quanta injustiça!. Pelo menos um deputado federal, nos últimos dias, falou a verdade, a pura verdade, nada mais que a verdade. Trata-se de Sérgio Moraes, do PTB do Rio Grande do Sul. Num momento mais descontrolado, ele declarou aos jornalistas que "está se lixando para a opinião pública". Disse sim, depois, ainda confirmou e pediu desculpas.

Disse que sempre tem voto e que, na sua cidade, as decisões sobre quem vai ser vereador, prefeito ou coisa que o valha são feitas na mesa da sala de jantar. De modo que, quando aparecem acusações, escândalos, farras de passagens e casos de castelos milionários nos jornais e na TV, isso pode muito bem ser coisa "da opinião pública", mas não tira o seu sono.

Ele está se lixando. Sérgio Morais é o presidente do Conselho de Ética e foi encarregado de examinar o caso do seu colega Edmar Moreira, dono do famoso castelo no interior de Minas. Moreira é acusado de usar as verbas indenizatórias para pagar serviços de empresas dele mesmo.

A opinião pública acha estranho, mas Sérgio Morais está se lixando. Não é o único, no meio de tanto deputado federal e senador envolvido em coisas como a farra das passagens aéreas.

Falou a verdade. Morais se lixa, e a moral vai para o lixo.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Novidade na Rede


Google anuncia mudanças para melhorar resultados de buscas


Internautas poderão, por exemplo, limitar período de tempo.
Ferramenta em desenvolvimento sincroniza buscas no PC e celular.


O Google anunciou nesta terça-feira (12) que vai oferecer novas alternativas para melhorar os resultados das buscas virtuais. Entre as novas opções, os internautas poderão limitar os resultados a um determinado período de tempo ou categoria, como análise de produtos. Algumas dessas mudanças são aguardadas para o mês de maio.


Outra novidade, chamada de “Google Squared”, é uma ferramenta que apresentará os sites relacionados às buscas em formato de planilha – prevista para o mês que vem, essa opção tem como objetivo facilitar a visualização dos resultados.



Haverá também uma ferramenta, ainda em desenvolvimento, para integrar a procura feita por um mesmo usuário em seu computador pessoal e celular. Com isso, os sites sugeridos pelo buscador no PC poderão ser automaticamente exibidos no celular, quando um telefone portátil habilitado se logar na mesma conta.


Fonte: Diário do Brasil Extra Blog