Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 11 de março de 2013
sábado, 18 de julho de 2009
As Gorduras Trans!
Afinal, o que são?
“São gorduras insaturadas que sofrem um processo de hidrogenação das gorduras vegetais (quando os líquidos em temperatura ambiente passam para a forma sólida ou semissólida)”, explica Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
As trans estão presentes nas batatas fritas, nos bolos, nos biscoitos cream cracker e nas bolachas recheadas, no chocolate, nos salgadinhos, no sorvete, na pipoca de micro-ondas, na margarina e em muitos outros alimentos industrializados.
Tudo porque a substância é a responsável por dar mais consistência a esses produtos, melhorando sua textura, deixando-os mais crocantes, e conservando-os por mais tempo.
Os ácidos graxos trans (o nome oficial) não surgiram de repente na alimentação.
Embora em quantidade bastante inferior, sempre estiveram presentes em vegetais como alho-poró, vagem, espinafre, alface e na carne e no leite provenientes de animais ruminantes (como é o caso do boi).
“O processo de hidrogenação acontece de forma natural no rúmen (quando o alimento que está no estômago volta à boca) dos animais”, esclarece Roseli Rossi, nutricionista clínica da Equilíbrio Nutricional.
“Com a fabricação de substitutos para a manteiga e as gorduras animais, e principalmente no processo de hidrogenação de óleos vegetais (em que resultam as margarinas e óleos de soja), a gordura trans tornou-se cada vez mais presente na dieta da população.
O aumento de gorduras trans nos alimentos reflete, consequentemente, altos índices de ingestão. O resultado direto são malefícios à saúde: “Embora seja de origem vegetal, a trans é modificada industrialmente e, graças a esse processo, o corpo humano não consegue absorvê-la. Mas, além de sua inutilidade, ela é responsável por diminuir o colesterol bom (HDL) e aumentar o ruim (LDL). Ou seja, só faz mal”.
Outro efeito negativo, igualmente sério, é que a substância provoca o acúmulo de gorduras nas paredes dos vasos sanguíneos: é a chamada de aterosclerose, uma espécie de fator-chave para a ocorrência de um ataque cardíaco ou de um acidente vascular cerebral (AVC).
As mulheres têm mais uma ameaça em especial: o risco de câncer de mama.
Pesquisa feita pela University of North Carolina at Chapel Hill, nos EUA, com quase 700 voluntárias detectou que aquelas com altos níveis de gorduras trans no sangue tinham 40% mais chances de desenvolver o problema.
A mesma instituição descobriu também que essa gordura pode ser responsável pelo desenvolvimento do câncer de cólon.
As pessoas estudadas que consumiam trans em excesso tinham 86% mais chances de ter a doença em comparação àquelas que ingeriam poucos alimentos industrializados.
A vilã já é proibida em países como Dinamarca e Suíça, que decidiram que seu uso é ilegal.
Nova York e Seattle, nos EUA, também entraram na onda de vetá-la completamente.
No Brasil, com o intuito de controlar a indústria alimentícia, desde 2006 está em vigor uma resolução criada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obriga as empresas a informar nos rótulos a quantidade de gorduras trans presente nos alimentos. Apesar disso, algumas empresas ainda omitem a presença do ingrediente ou estampam a informação “zero de trans” quando, na verdade, ela está ali. Michely Capobiango, professora do curso de Nutrição da PUC Minas, esclarece que só podem se mostrar como livres da substância aqueles produtos que contêm, no máximo, 0,2 g.
“Quando na embalagem a empresa afirma que o produto está isento da substância, na verdade é apenas em uma porção daquele alimento que não há quantidades significativas (30 g de salgadinho, por exemplo).
Mas, se a pessoa consome o pacote inteiro, pode ingerir índice importante dessa gordura".
Para se proteger, fique atento à tabela nutricional.
“Se o produto aponta 0% de trans, verifique se entre os ingredientes estão gorduras vegetais hidrogenadas, “que possivelmente apresentam teor de trans”.
E, já que ela faz tão mal, por que não proibi-la?
O argumento é que a retirada do ingrediente em um curto prazo levaria as empresas a reutilizarem outra substância tão nociva quanto esta: a gordura feita de banha de porco.
Mas outras fontes podem surgir como alternativa para uma redução significativa de sua ingestão, como as gorduras de palma, algodão e girassol.
Um processo chamado interesterificação química, que reduz a quantidade de ácidos graxos trans formados durante a hidrogenação e já é utilizado para a fabricação de margarinas livres da temida substância, poderia dar cabo do problema.
Enquanto as mudanças na indústria alimentícia não vêm, é importante se policiar.
Prefira os alimentos naturais aos industrializados e, quando consumi-los, leia atentamente as informações do rótulo.
E o mais importante: controle-se para não ultrapassar a recomendação diária, de 2 g.
Ter uma dieta equiliubrada com frutas, legumes e verduras, e diminuir o consumo de produtos industrializados é a melhor maneira de ficar em dia com a saúde.
Fonte: Guia da nutricao
“São gorduras insaturadas que sofrem um processo de hidrogenação das gorduras vegetais (quando os líquidos em temperatura ambiente passam para a forma sólida ou semissólida)”, explica Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
As trans estão presentes nas batatas fritas, nos bolos, nos biscoitos cream cracker e nas bolachas recheadas, no chocolate, nos salgadinhos, no sorvete, na pipoca de micro-ondas, na margarina e em muitos outros alimentos industrializados.
Tudo porque a substância é a responsável por dar mais consistência a esses produtos, melhorando sua textura, deixando-os mais crocantes, e conservando-os por mais tempo.
Os ácidos graxos trans (o nome oficial) não surgiram de repente na alimentação.
Embora em quantidade bastante inferior, sempre estiveram presentes em vegetais como alho-poró, vagem, espinafre, alface e na carne e no leite provenientes de animais ruminantes (como é o caso do boi).
“O processo de hidrogenação acontece de forma natural no rúmen (quando o alimento que está no estômago volta à boca) dos animais”, esclarece Roseli Rossi, nutricionista clínica da Equilíbrio Nutricional.
“Com a fabricação de substitutos para a manteiga e as gorduras animais, e principalmente no processo de hidrogenação de óleos vegetais (em que resultam as margarinas e óleos de soja), a gordura trans tornou-se cada vez mais presente na dieta da população.
O aumento de gorduras trans nos alimentos reflete, consequentemente, altos índices de ingestão. O resultado direto são malefícios à saúde: “Embora seja de origem vegetal, a trans é modificada industrialmente e, graças a esse processo, o corpo humano não consegue absorvê-la. Mas, além de sua inutilidade, ela é responsável por diminuir o colesterol bom (HDL) e aumentar o ruim (LDL). Ou seja, só faz mal”.
Outro efeito negativo, igualmente sério, é que a substância provoca o acúmulo de gorduras nas paredes dos vasos sanguíneos: é a chamada de aterosclerose, uma espécie de fator-chave para a ocorrência de um ataque cardíaco ou de um acidente vascular cerebral (AVC).
As mulheres têm mais uma ameaça em especial: o risco de câncer de mama.
Pesquisa feita pela University of North Carolina at Chapel Hill, nos EUA, com quase 700 voluntárias detectou que aquelas com altos níveis de gorduras trans no sangue tinham 40% mais chances de desenvolver o problema.
A mesma instituição descobriu também que essa gordura pode ser responsável pelo desenvolvimento do câncer de cólon.
As pessoas estudadas que consumiam trans em excesso tinham 86% mais chances de ter a doença em comparação àquelas que ingeriam poucos alimentos industrializados.
A vilã já é proibida em países como Dinamarca e Suíça, que decidiram que seu uso é ilegal.
Nova York e Seattle, nos EUA, também entraram na onda de vetá-la completamente.
No Brasil, com o intuito de controlar a indústria alimentícia, desde 2006 está em vigor uma resolução criada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obriga as empresas a informar nos rótulos a quantidade de gorduras trans presente nos alimentos. Apesar disso, algumas empresas ainda omitem a presença do ingrediente ou estampam a informação “zero de trans” quando, na verdade, ela está ali. Michely Capobiango, professora do curso de Nutrição da PUC Minas, esclarece que só podem se mostrar como livres da substância aqueles produtos que contêm, no máximo, 0,2 g.
“Quando na embalagem a empresa afirma que o produto está isento da substância, na verdade é apenas em uma porção daquele alimento que não há quantidades significativas (30 g de salgadinho, por exemplo).
Mas, se a pessoa consome o pacote inteiro, pode ingerir índice importante dessa gordura".
Para se proteger, fique atento à tabela nutricional.
“Se o produto aponta 0% de trans, verifique se entre os ingredientes estão gorduras vegetais hidrogenadas, “que possivelmente apresentam teor de trans”.
E, já que ela faz tão mal, por que não proibi-la?
O argumento é que a retirada do ingrediente em um curto prazo levaria as empresas a reutilizarem outra substância tão nociva quanto esta: a gordura feita de banha de porco.
Mas outras fontes podem surgir como alternativa para uma redução significativa de sua ingestão, como as gorduras de palma, algodão e girassol.
Um processo chamado interesterificação química, que reduz a quantidade de ácidos graxos trans formados durante a hidrogenação e já é utilizado para a fabricação de margarinas livres da temida substância, poderia dar cabo do problema.
Enquanto as mudanças na indústria alimentícia não vêm, é importante se policiar.
Prefira os alimentos naturais aos industrializados e, quando consumi-los, leia atentamente as informações do rótulo.
E o mais importante: controle-se para não ultrapassar a recomendação diária, de 2 g.
Ter uma dieta equiliubrada com frutas, legumes e verduras, e diminuir o consumo de produtos industrializados é a melhor maneira de ficar em dia com a saúde.
Fonte: Guia da nutricao
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Prefeitura do PSDB e PPS em Nova Guataporanga Não dá Sossego Aos Cidadãos Nem Depois de Morto
Prefeitura do PSDB e PPS em Nova Guataporanga é Uma Corja, Segundo Presidente da ABCFarma.
O Ministério Público Federal vê fortes indícios de fraude na venda de medicamentos por meio do programa "Aqui tem farmácia popular” - parceria do Ministério da Saúde com cerca de 6 mil farmácias particulares em todo o Brasil. Pelo convênio, os clientes têm desconto de até 90% no preço de quase 300 remédios contra diabetes, pressão alta e anticoncepcionais.
Em Nova Guataporanga,na Prefeitura do PSDB/PPS, no interior de São Paulo, uma mulher de 76 anos e sete filhos -e que fez operação em 1991 para retirada de útero - aparece na lista de compradores de pílulas anticoncepcionais.
Morto em junho do ano passado, um carpinteiro de 82 anos de idade aparece em duas notas fiscais de compra de remédios contra pressão alta, em 7 de julho e 16 de agosto, dois meses após o enterro. As notas fiscais relatam até a venda de anticoncepcionais para homem. A lista, de acordo com o Ministério Público, tem cerca de 50 casos com indícios de fraude, com envolvimento de funcionários públicos e farmácias.
Uma das empresas investigadas fica na cidade de Dracena, a 30 quilômetros de Nova Guataporanga. No ano passado, a farmácia suspeita de participar da fraude recebeu do Ministério da Saúde mais de R$ 280 mil. De lá saíram, pagos com dinheiro público federal, os anticoncepcionais para a mulher idosa e sem útero e o medicamento contra pressão alta para o carpinteiro falecido dois meses antes. Também de lá saíram as pílulas contra gravidez para homem.
O dono da farmácia culpou a prefeitura de Nova Guataporanga. "O pessoal da Secretaria de Saúde de Guataporanga trouxe uma lista de receitas e CPFs dizendo que eram pessoas usuárias dos medicamentos que constam no programa e pediram para ser entregues lá", disse.
O dono da farmácia afirmou ainda que não tinha como saber que vendia medicamento contra pressão alta para um cliente já morto. "É como eu disse: eles trouxeram o nome, receita e o CPF. Aí já não tem como comprovar quem é quem."
As farmácias recebem do Ministério da Saúde o valor integral do desconto dado ao cliente, mas são obrigadas a seguir uma série de regras. "O cliente precisa se dirigir pessoalmente à farmácia, apresentar a sua documentação e o receituário médico”, explica José Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.
"A farmácia não está autorizada a vender através de pedidos. A regra é: individualmente cada usuário tem que ir ao estabelecimento de posse de sua receita e adquirir o seu produto", complementou.
No posto médico de Nova Guataporanga, a polícia apreendeu cerca de 2 mil caixas de medicamentos sem nota fiscal. A investigação tenta descobrir se foram ou não desviados do programa "Aqui tem farmácia popular". A farmacêutica da unidade municipal de saúde diz que sabia da irregularidade.
"O secretário levava sem nota fiscal. Venho me precavendo, já fiz a denúncia ao Conselho Regional de Farmácia", disse ela. Apesar de a farmacêutica alegar que não tem a nada a ver com o esquema, e que até o denunciou, ela foi temporariamente afastada do cargo.
O secretário de Saúde, filho do prefeito de Nova Guataporanga, não quis dar entrevista. Ele chegou a dizer que iria telefonar para um advogado para decidir se gravaria entrevista, mas foi embora, pela porta dos fundos. Procurado outras sete vezes, por telefone e pessoalmente, ele preferiu não se manifestar.
A prefeitura se comprometeu a ajudar nas investigações. O Ministério Público Federal pretende pedir na justiça a devolução do dinheiro usado para comprar os medicamentos de maneira irregular. "Essas situações precisam ser enfrentadas rapidamente com rigor, para que elas não voltem a se repetir", disse o procurador da República, Tito Livio Seabra.
Segundo o Ministério da Saúde,"Existe uma corja de maus elementos que estão colocando o plano a perigo", diz Pedro Zidói, presidente da ABCFarma.
A Polícia Federal vai comandar as investigações em Nova Guataporanga. E o Ministério da Saúde já suspendeu o convênio com a farmácia que vendeu remédio até para morto. "Nós repudiamos que as empresas estejam fazendo isso. Pedimos inclusive que a sociedade fique vigilante em relação a essas práticas", disse o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.
"Eu quero só que eles façam justiça: punir quem for o culpado", disse a neta do carpinteiro. “Hoje em dia, nem as pessoas que morrem têm mais sossego”, reclama a faxineira Luciane Alves dos Santos, neta do carpinteiro. “A gente fica meio revoltado sim, porque a gente não faz as coisas erradas”, complementa a aposentada.
Página Oficial da Prefeitura de Nova Guataporanga
http://www.novaguataporanga.sp.gov.br/portal1/municipio/estrutura_administrativa.asp?iIdMun=100135376
Prefeito
Policarpo Santos Freire
Partido:PSDB
Vice Prefeito
Luiz Carlos Molina
Partido:PPS
O Ministério Público Federal vê fortes indícios de fraude na venda de medicamentos por meio do programa "Aqui tem farmácia popular” - parceria do Ministério da Saúde com cerca de 6 mil farmácias particulares em todo o Brasil. Pelo convênio, os clientes têm desconto de até 90% no preço de quase 300 remédios contra diabetes, pressão alta e anticoncepcionais.
Em Nova Guataporanga,na Prefeitura do PSDB/PPS, no interior de São Paulo, uma mulher de 76 anos e sete filhos -e que fez operação em 1991 para retirada de útero - aparece na lista de compradores de pílulas anticoncepcionais.
Morto em junho do ano passado, um carpinteiro de 82 anos de idade aparece em duas notas fiscais de compra de remédios contra pressão alta, em 7 de julho e 16 de agosto, dois meses após o enterro. As notas fiscais relatam até a venda de anticoncepcionais para homem. A lista, de acordo com o Ministério Público, tem cerca de 50 casos com indícios de fraude, com envolvimento de funcionários públicos e farmácias.
Uma das empresas investigadas fica na cidade de Dracena, a 30 quilômetros de Nova Guataporanga. No ano passado, a farmácia suspeita de participar da fraude recebeu do Ministério da Saúde mais de R$ 280 mil. De lá saíram, pagos com dinheiro público federal, os anticoncepcionais para a mulher idosa e sem útero e o medicamento contra pressão alta para o carpinteiro falecido dois meses antes. Também de lá saíram as pílulas contra gravidez para homem.
O dono da farmácia culpou a prefeitura de Nova Guataporanga. "O pessoal da Secretaria de Saúde de Guataporanga trouxe uma lista de receitas e CPFs dizendo que eram pessoas usuárias dos medicamentos que constam no programa e pediram para ser entregues lá", disse.
O dono da farmácia afirmou ainda que não tinha como saber que vendia medicamento contra pressão alta para um cliente já morto. "É como eu disse: eles trouxeram o nome, receita e o CPF. Aí já não tem como comprovar quem é quem."
As farmácias recebem do Ministério da Saúde o valor integral do desconto dado ao cliente, mas são obrigadas a seguir uma série de regras. "O cliente precisa se dirigir pessoalmente à farmácia, apresentar a sua documentação e o receituário médico”, explica José Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.
"A farmácia não está autorizada a vender através de pedidos. A regra é: individualmente cada usuário tem que ir ao estabelecimento de posse de sua receita e adquirir o seu produto", complementou.
No posto médico de Nova Guataporanga, a polícia apreendeu cerca de 2 mil caixas de medicamentos sem nota fiscal. A investigação tenta descobrir se foram ou não desviados do programa "Aqui tem farmácia popular". A farmacêutica da unidade municipal de saúde diz que sabia da irregularidade.
"O secretário levava sem nota fiscal. Venho me precavendo, já fiz a denúncia ao Conselho Regional de Farmácia", disse ela. Apesar de a farmacêutica alegar que não tem a nada a ver com o esquema, e que até o denunciou, ela foi temporariamente afastada do cargo.
O secretário de Saúde, filho do prefeito de Nova Guataporanga, não quis dar entrevista. Ele chegou a dizer que iria telefonar para um advogado para decidir se gravaria entrevista, mas foi embora, pela porta dos fundos. Procurado outras sete vezes, por telefone e pessoalmente, ele preferiu não se manifestar.
A prefeitura se comprometeu a ajudar nas investigações. O Ministério Público Federal pretende pedir na justiça a devolução do dinheiro usado para comprar os medicamentos de maneira irregular. "Essas situações precisam ser enfrentadas rapidamente com rigor, para que elas não voltem a se repetir", disse o procurador da República, Tito Livio Seabra.
Segundo o Ministério da Saúde,"Existe uma corja de maus elementos que estão colocando o plano a perigo", diz Pedro Zidói, presidente da ABCFarma.
A Polícia Federal vai comandar as investigações em Nova Guataporanga. E o Ministério da Saúde já suspendeu o convênio com a farmácia que vendeu remédio até para morto. "Nós repudiamos que as empresas estejam fazendo isso. Pedimos inclusive que a sociedade fique vigilante em relação a essas práticas", disse o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde.
"Eu quero só que eles façam justiça: punir quem for o culpado", disse a neta do carpinteiro. “Hoje em dia, nem as pessoas que morrem têm mais sossego”, reclama a faxineira Luciane Alves dos Santos, neta do carpinteiro. “A gente fica meio revoltado sim, porque a gente não faz as coisas erradas”, complementa a aposentada.
Página Oficial da Prefeitura de Nova Guataporanga
http://www.novaguataporanga.sp.gov.br/portal1/municipio/estrutura_administrativa.asp?iIdMun=100135376
Prefeito
Policarpo Santos Freire
Partido:PSDB
Vice Prefeito
Luiz Carlos Molina
Partido:PPS
Sensacionalismo da Gripe
NÃO FALA BESTEIRA SERRA !...
“A gripe suína é transmitida pelos porquinhos, quando eles espirram ou quando se chega perto do nariz do porco. O providencial é não chegar perto do porquinho”(José Serra-PSDB-, governador de São Paulo e ex-ministro da saúde de Fernando Henrique Cardoso
Seria esse bebê o culpado pela gripe suína, governador José Serra?

Como a imprensa de um modo geral vive de catástrofes muitas vezes criadas ou aumentadas por ela, a Crise Mundial caiu de moda e de intensidade nos jornais. Agora para gloria deles apareceu a gripe suína e eles vão faturar horrores explorando a gripe e apavorando a população, como foi o caso da febre amarela o ano passado.
Ontem, a imprensa levou um baque mais ou menos. No México, principal foco da nova doença, o governo declarou que a situação está se estabilizado.E as autoridades vão descobrindo que o vírus não é tão mortal quanto se imaginava.
Novos exames descartaram várias mortes suspeitas e mostraram que elas foram causadas por pneumonia ou complicações de gripe comum. A notícia tranquilizou os mexicanos. Mas não a imprensa que precisa vender jornais
A Organização Mundial da Saúde disse que, o risco de uma pandemia está diminuído, Mas que os países precisam continuar se esforçando para combater o vírus. Mas, isso não é notícia em nenhum jornal Brasileiro.
Fonte: Os Amigos do Presidente Lula
“A gripe suína é transmitida pelos porquinhos, quando eles espirram ou quando se chega perto do nariz do porco. O providencial é não chegar perto do porquinho”(José Serra-PSDB-, governador de São Paulo e ex-ministro da saúde de Fernando Henrique Cardoso
Seria esse bebê o culpado pela gripe suína, governador José Serra?

Como a imprensa de um modo geral vive de catástrofes muitas vezes criadas ou aumentadas por ela, a Crise Mundial caiu de moda e de intensidade nos jornais. Agora para gloria deles apareceu a gripe suína e eles vão faturar horrores explorando a gripe e apavorando a população, como foi o caso da febre amarela o ano passado.
Ontem, a imprensa levou um baque mais ou menos. No México, principal foco da nova doença, o governo declarou que a situação está se estabilizado.E as autoridades vão descobrindo que o vírus não é tão mortal quanto se imaginava.
Novos exames descartaram várias mortes suspeitas e mostraram que elas foram causadas por pneumonia ou complicações de gripe comum. A notícia tranquilizou os mexicanos. Mas não a imprensa que precisa vender jornais
A Organização Mundial da Saúde disse que, o risco de uma pandemia está diminuído, Mas que os países precisam continuar se esforçando para combater o vírus. Mas, isso não é notícia em nenhum jornal Brasileiro.
Fonte: Os Amigos do Presidente Lula
Marcadores:
Brasil,
Globalização,
Governo,
Gripe Suína,
Presidente Lula,
Saúde
Assinar:
Postagens (Atom)

