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segunda-feira, 11 de março de 2013

MERCADO DE BRINQUEDOS NO BRASIL CRESCE 15,6%

Mercado de brinquedos no Brasil cresce 15,6% e vai na contramão da Europa. Resultado é puxado por aumento da venda de itens licenciados como super-heróis, diz GfK

Vinícius Oliveira- iG São Paulo |
 

Rodrigo Acedo/ Fotoarena
Bonecas são os brinquedos mais vendidos

O mercado brasileiro de brinquedos cresce na contramão dos principais países da Europa, segundo dados da consultoria GFK divulgados nesta quinta-feira (7). Em 2012, o setor registrou aumento de 15,6% no faturamento em relação a 2011, enquanto países como França, Inglaterra e, nos casos mais graves Portugal e Espanha, tiveram retração. O resultado foi puxado principalmente pela maior participação de brinquedos licenciados (super-heróis, personagens de filmes, desenhos ou jogos).
 
Cada vez mais, artigos licenciados de personagens famosos no universo infantil ganham espaço. “São bonecos de ação, eletrônicos e pelúcia, como essa galinha azul, que tem um poder de hipnotizar as crianças”, diz Oliver Römerscheidt, gerente de negócios da GFK. Para a consultoria o efeito da TV e das novas tecnologias é decisivo no consumo de brinquedos. “As crianças estão “antenadas”. Elas assistema canais de TV a cabo, têm acesso à internet, sabem usar tablets e pedem esses personagens. O ano de 2012 foi de “Batman”, “Homem-Aranha” e “Os Vingadores”, que ganham importância no mundo infantil”, explica o executivo.

A GfK destaca que mercado brasileiro é ajudado pelo tamanho da população infantil, que soma 46 milhões de indivíduos entre 0 e 14 anos. Como base de comparação, o número do último Censo é maior que a soma das crianças de França, Alemanha e Inglaterra.

Apesar disso, os gastos por criança ainda são modestos quando comparados com países europeus. Enquanto nas maiores economias da zona do euro o gasto fica na casa de R$ 600, o Brasil gasta cerca de um sexto disso. “A gente tem uma discrepância regional muito grande, porque metade da população infantil vive no Norte ou no Nordeste, mas as regiões somam apenas 23,3% do faturamento”, explica Oliver Römerscheidt, gerente de negócios da GFK. “A Grande Rio e a Grande São Paulo têm 12% da população, mas são donas de mais de um terço do faturamento nacional”, acrescenta.

Dentre os tipos de brinquedo, as bonecas lideram com 21,7%. Em segundo lugar, com 15,4%, estão artigos de esporte e de lazer, como piscinas, bolas, triciclos e quadriciclos. Na terceira posição, estão itens infantis e da fase da pré-escola, responsáveis por 14,2%. Carrinhos aparecem somente na quarta posição, com 13,2%. Em 2012, a GfK coloca jogos de cartas, brinquedos construção e bonecos de ação como os que mais cresceram.
     

PIB BRASILEIRO CRESCE 0,9 EM 2012

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Bovespa Fecha em Alta de Mais de 3%

A quinta-feira (27) foi de forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), dando sequência ao movimento da véspera. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, acelerou os ganhos no final do pregão e encerrou os negócios com alta de 3,16%, aos 62.091 pontos.


Ao longo do dia, foram negociados mais R$ 6,66 bilhões no mercado brasileiro. Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Petrobras PN subiu 2,80%, a R$ 27,81; Vale PNA disparou 6,28%, a R$ 42,10; Itaú Unibanco PN avançou 1,80%, a R$ 33,79; BM & FBovespa ON caiu 2,21%, a R$ 11,93; e Gerdau PN se valorizou em 5,43%, a R$ 24,25.

O bom humor veio da China, que negou que esteja considerando cortar sua exposição aos títulos europeus. Tal suspeita foi levantada na quarta-feira pelo Financial Times (FT) e trouxe instabilidade para os negócios.

Na agenda do dia, uma nova revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do primeiro trimestre. O resultado, uma alta anualizada de 3%, foi ligeiramente inferior àquele divulgado um mês antes, de expansão de 3,2%. Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o desemprego recuou para 7,3% em abril.

Na quarta-feira, o Ibovespa não se abalou com a instabilidade externa e encerrou com elevação de 1,70%, aos 60.190 pontos. O que garantiu essa valorização foi um forte movimento comprador liderado por investidores estrangeiros, o que elevou o volume do pregão para R$ 9,88 bilhões, um dos maiores do mês.


Fonte: G1

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

BRASIL SERÁ LÍDER EM CRESCIMENTO






Brasil será líder em crescimento na região, segundo a Moody's.

Para empresa, economia latino-americana teve 'recessão leve'.


A economia latino-americana se prepara para um novo ciclo de expansão em 2010, depois de sofrer uma leve recessão, de acordo com relatório econômico divulgado nesta segunda-feira (21) pela agência de risco de crédito Moody's. Segundo a empresa, o crescimento será liderado pelos países do Cone-Sul, com o Brasil na ponta, seguido por economias como Peru, Chile e Colômbia.



"O ciclo começará uma recuperação depois da crise, e chegará a um crescimento potencial de 4% em 2011. No médio prazo, a região poderá entrar em um patamar de expansão mais sustentável, graças às reformas implementadas. No longo prazo, o crescimento anual poderá ficar em 5%, em média", diz o estudo.



O estudo vê a recessão vivida pela América Latina como "leve". "A força dos bancos da região durante a crise é creditada não apenas à exposição marginal a ativos arriscados, mas também à regulação que prevê investimentos de, no máximo, um terço dos ativos em investimentos arriscados. Graças a isso, as instituições financeiras superaram a turbulência e continuaram fortes."

Fonte: G1


Lula: crise é tsunami nos EUA e, se chegar ao Brasil, será 'marolinha'.
Publicada em 04/10/2008  O Globo

Quem lembra quanta polemica foi levantada pela oposição, quando o Presidente Lula fez essa declaração?!
E agora uma empresa estrangeira confirma o que ele (Lula) e as pessoas de bom senso já sabiam.




quarta-feira, 16 de setembro de 2009

RECORDE PARA O BRASIL


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta nesta quarta-feira (16). Com isso, o mercado brasileiro superou a marca de 60 mil pontos pela primeira vez desde julho de 2008, além de garantir um novo patamar recorde para o ano de 2009.

O índice Ibovespa tinha alta de 1,46%, operando aos 60.130 pontos, às 14h15. Dados econômicos sobre inflação e produção industrial vieram dentro das expectativas do analistas e davam força ao pregão norte-americano, cujo bom humor se refletia nas operações locais.
Com o resultado da véspera, quando o índice marcou 59.263 pontos, o Ibovespa, índice que é referência para os negócios no Brasil, acumulou alta de 101% desde 27 de outubro do ano passado, no auge da crise, quando atingiu mínima de 29.435 pontos. Em 2009, o indicador já acumula ganho de 58%.


Análise

Para Alexandre Chaia, professor do Insper (ex-Ibmec de São Paulo), "não era esperado o patamar de 60 mil pontos neste ano". Para o especialista, o quadro de depressão mundial pintado no final do ano passado não se realizou e no Brasil a economia já está no final do ciclo de queda.
"Após a crise de 1929, houve uma recessão de dez anos. Esperava-se a mesma coisa mas a recessão ocorreu em só um ano", disse. Ele afirmou também que a reação à crise foi exagerada.

Fonte: G1

Ops.: Como podemos observar, o Presidente Lula estava certo ao dizer que era só uma marolinha; Assim, como o nosso amigo Arnaldo José da Silva. Cabe agora os empresários voltarem a investir, contratar e expandir a econômia.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fenabrave Informa: Vendas em Abril Registrou Crescimento de 5,35%


Após queda de 11,8% nas vendas de abril, o mercado automobilístico brasileiro se recuperou em maio, quando resgistrou crescimento de 5,35% sobre o mês anterior. Ao todo, foram 388.510 unidades emplacadas de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores(Fenabrave).

O desempenho aponta para a estabilização do mercado de forma positiva, já que o resultado de abril sofreu distorções. Isso porque os consumidores haviam antecipado as compras com receio do fim da redução do IPI (que acabou prorrogada).

o aumento das vendas de automóveis e comerciais leves chega a 5,78%, com 237.388 unidades em maio frente 224.413 em abril. O resultado é 3,22% maior em comparação ao registrado em maio de 2008, quando foram emplacadas 229.976 unidades.


Para Sérgio Reze o mercado se manterá no patamar médio de 220 mil unidades vendidas por mês até o final do ano. Assim, maio fecha com volume acima do esperado. Segundo Reze, mesmo que pela pior previsão o segmento de automóveis e comerciais leves caia 2,55% o setor ainda estará em vantagem.

A recuperação também foi positiva no segmento de motocicletas, que cresceu 6,44% no período, com 134.747 unidades comercializadas em maio, contra 126.592 no mês anterior.


Embora o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) tenha autorizado a criação de uma linha de crédito especial de R$ 100 milhões, para financiar a compra de motocicletas de até 150 cilindradas, o reflexo da medida ainda não refletiu nas vendas. Com isso, o resultado de junho deverá ser ainda mais positivo.


Embora o mercado ainda sofra oscilações, o acumulado de janeiro a maio é o melhor da história da indústria automobilística nacional. Ao todo, foram
emplacados no período 1.103.832 unidades de automóveis e comerciais leves, crescimento de 0,78% em relação ao mesmo período de 2008.

Entretanto, ao acrescentar as vendas de caminhões, ônibus e motos, o ano de 2008 ainda é o melhor. De janeiro a maio de 2008 foram vendidas 1.151.358 unidades, contra as 1.149.682 registradas este ano – queda de 015%.

Ao considerar também os emplacamentos de motocicletas e implementos rodoviários a redução é de 7,8%: foram 1.815.373 de vendas totais neste ano, contra 1.968.862 unidades vedidas entre janeiro e maio de 2008.


Os mais vendidos

VW Gol: 23.725 unidades
Fiat Palio: 16.612
Fiat Uno: 14.382
VW Fox/Crossfox: 13.105

Chevrolet Corsa Sedan: 10.782
Chevrolet Celta: 10.551
Fiat Siena: 9.595
Fiat Strada: 7.674
VW Voyage: 7.072
10º Ford Ka: 6.527

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Forte Presença do Investidor Estrangeiro no Brasil


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão em leve alta nesta sexta-feira (29), garantindo o término de maio acima do patamar dos 53 mil pontos para o fechamento conquistado na véspera.

Nesta sexta-feira (29), índice Ibovespa subiu 0,30%, para 53.197 pontos.Volume financeiro evidenciou forte presença do investidor estrangeiro.

O volume financeiro negociado mais uma vez foi forte, de mais de R$ 8,1 bilhões, evidenciando a presença do investidor estrangeiro na bolsa nacional. Nesta sexta-feira, a Bovespa divulgou que o saldo de dinheiro externo em suas negociações já ultrapassa R$ 10 bilhões no ano.

De acordo com o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian, o fluxo de capital estrangeiro continua muito grande para a bolsa brasileira e o Brasil segue como um país atrativo.

Na visão do especialista, muitos investidores estão antecipando resultados corporativos melhores no segundo trimestre e que o país apresentará um desempenho melhor do que outras economias na virada para 2010

"Além do fluxo estrangeiro, outro componente importante para a bolsa tem sido a queda do juro. Nunca se viu uma taxa tão baixa em um momento de crise. A Selic pode chegar a um dígito ainda em junho. Os investidores precisarão mudar as suas aplicações em busca de remunerações maiores e partirem para ativos mais arriscado", afirmou Dokuzian.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Real Fica Valorizado Perante o Dolar


Se continuarmos nesse rítimo, logo, a moeda brasileira estará no mesmo valor da moeda americana.

Depois um início de negócios com valorização, o dólar "virou" e operou em queda até o fim dos negócios desta quinta-feira (28).

A moeda norte-americana fechou vendida a R$ 2,009, com desvalorização de 0,29%. É a menor cotação registrada no ano. A segunda menor foi registrada na véspera, quando a moeda fechou a R$ 2,015.

Neste mês, a queda do dólar já chega a 7,9%, o que coloca a divisa a caminho da maior baixa mensal desde abril de 2003, quando cedeu 13,2%.

O dólar apresentou queda nas últimas quatro sessões e, na véspera, rompeu por alguns minutos o piso de R$ 2 pela primeira vez desde outubro do ano passado.

"Com dados nos EUA um pouco melhores e o forte fluxo (de entrada de recursos) para o país, a tendência do dólar é realmente para baixo", avaliou Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista.

Na quarta-feira, a moeda chegou a ser vendida a R$ 1,999, mas encerrou os negócios, cotada a R$ 2,015 para venda.

sábado, 23 de maio de 2009

ÉPOCA PREPARA OS PALANQUES

A edição de ÉPOCA que vai às bancas neste sábado (23) discute o futuro do Brasil.

O governo Lula exibe os mais altos índices de aprovação popular de nossa história política. Nas aparições internacionais, Lula acumula sinais de prestígio crescente com os chefes de Estado e é personagem de reportagens elogiosas dos principais veículos da imprensa mundial. Graças a um sistema financeiro fortalecido por uma política de austeridade que contrariou os principais dogmas do PT, o Brasil de Lula enfrenta a crise global com um desemprego imenso e recessão em vários setores da economia – mas o ambiente é menos sofrido e menos pessimista que nos países centrais.


De olho no futuro imediato de sua herança política, que defenderá nos palanques de 2010, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ÉPOCA para falar do Brasil de 2020. De bom humor, chegou à sala de reuniões de seu gabinete pessoal, montado no Centro Cultural Banco do Brasil – para onde foi transferido o governo enquanto o Palácio do Planalto está em reforma –, falando de futebol. Disse que seu sonho, ao deixar o governo, é virar cartola do Corinthians. Depois, Lula concedeu uma entrevista cujos principais trechos serão publicados na edição de ÉPOCA.


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu a reportagem de ÉPOCA na sede do Instituto Fernando Henrique Cardoso. Ela fica na região central de São Paulo, numa área que mistura o charme de prédios antigos a uma paisagem de degradação urbana que, aos poucos, vive um lento processo de recuperação. Na tarde chuvosa da entrevista, Fernando Henrique primeiro se queixa da dificuldade de adaptação à rotina paulistana e dos problemas que afetam todo morador da metrópole. "Com essa chuva, o trânsito vai ficar um inferno", diz ele. O senhor prestes a completar 78 anos pede então um café e começa a discorrer sobre o futuro do Brasil com a mesma paixão intelectual que o move há décadas. Apesar do tom otimista, ele vê dois grandes desafios para o país: educação e segurança pública.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Bovespa Fecha Em 50.568 Pontos


Depois de três dias consecutivos de baixa, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se recuperou nesta sexta-feira (22), garantindo uma semana de ganhos aos investidores, apoiada em ações de empresas ligadas ao setor de commodities.

O índice Ibovespa, referência para o mercado brasileiro, teve alta de 0,96% no dia, fechando aos 50.568 pontos.

Na semana, o ganho acumulado foi de 3,18%, apesar das três quedas seguidas de terça a quinta-feira. Na segunda, porém, o índice havia subido 5,01%. Desde o início do mês, a bolsa brasileira acumula alta de 6,93%, considerado o fechamento aos 47.289 pontos de 30 de abril.

Entre os ativos de maior peso na carteira, a Petrobras PN subiu 1,13%, para R$ 32,87; a Vale PNA avançou 0,43%, a R$ 32,45; o Itaú Unibanco PN ganhou 1,30%, para R$ 30,38; a BM&F Bovespa ON aumentou 4,52%, cotada a R$ 10,40; e Bradesco PN teve valorização de 1,13%, a R$ 28,61.

sábado, 16 de maio de 2009

COM A ECONOMIA EM ORDEM O BRASIL ATRAI CAPITAL


Estável e com economia em ordem, Brasil atrai capital externo. Economistas alertam, no entanto, que cenário ainda é de volatilidade.

Para os brasileiros, o dólar tem estado barato como há tempos não se via. Esta semana, a moeda norte-americana atingiu o menor valor frente ao real em sete meses, chegando a ser vendido a R$ 2,059. Em dezembro, a cotação chegou a alcançar R$ 2,60.

Mais do que uma boa notícia para quem pretende viajar ao exterior, a queda do dólar é um sinal do bom desempenho – ao menos comparativamente - da economia brasileira, em meio à mais grave crise mundial em décadas.


Com as grandes economias do mundo patinando, o Brasil, durante muito tempo “esnobado” pelo capital estrangeiro, vive uma situação peculiar. Estável e sofrendo efeitos até agora contidos da crise, inclusive com alguns sinais de recuperação, o país se tornou um dos destinos preferenciais desses recursos. E quanto mais dólares no país, mais barato ele se torna, seguindo a velha e imutável lei da oferta e da procura.



“O cenário lá fora está muito ruim. Na economia dos Estados Unidos o cenário é de recessão. Na Europa também, Espanha tem o maior desemprego em 30 anos, a Inglaterra também não esta em situação confortável. E o Brasil é o que se mostra em melhor situação depois da crise”, diz Cláudio Gonçalves, do Conselho Regional de Economia (Corecon).

“Os países estão verificando que emergentes ainda são saída para suas aplicações. Esse dinheiro chegando, precisa ser convertido em reais, então tem uma oferta muito grande de dólares”, explica o professor de economia Luiz Antonio Fernandes de Silva, das Faculdades Integradas Rio Branco.

Dados da Bovespa mostram que esses investimentos voltaram com força: entre 1º de janeiro e 30 de abril, o mercado de ações brasileiro “engordou” R$ 7,074 bilhões em recursos vindos do exterior. Em abril, o volume financeiro negociado atingiu R$ 97,19 bilhões, com alta de 9,2% sobre o resultado de março. Dados que ajudaram a Bovespa a subir cerca de 30% desde o início do ano.

O Brasil também se beneficia – ao menos nesse ponto – da alta taxa básica de juros. Isso porque, para incentivar atividade econômica, a maioria dos países desenvolvidos reduziu suas próprias taxas a patamares próximos a zero, tornando a Selic brasileira, hoje em 10,25%, bastante atrativa.



“Nos outros países, as taxas de juros estão muito baixas. Aqui, mesmo com a queda, continua muito alta, e faz com que tenha muitos capitais entrando aqui”, confirma o professor das Faculdades Rio Branco.

Mas não só dos investimentos externos vive a queda do dólar. Associada a isso, a balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) acumulou um superávit de US$ 7,2 bilhões no ano até a primeira semana de maio. Dinheiro que também irriga a economia e aumenta a oferta de dólares por aqui.

terça-feira, 12 de maio de 2009

CPI Pedi Indiciamento do Banqueiro Daniel Dantas

A CPI dos Grampos rejeitou nesta terça-feira (12) fazer alterações no relatório final e concluiu o seu trabalho. Prevaleceu como texto final da comissão o relatório assinado por Iriny Lopes (PT-ES), que substituiu Nelson Pellegrino (PT-BA) na função. A CPI teve início em dezembro de 2007.

No relatório final foi pedido o indiciamento do banqueiro Daniel Dantas por interceptação telefônica. Foram poupados pela relatora o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz e o ex-diretor-geral da Abin, Paulo Lacerda, que foram acusados por supostas irregularidades na Operação Satiagraha. Além de Dantas, outras quatro pessoas tiveram indiciamento pedido.

sábado, 9 de maio de 2009

Venda de material de construção cresce 25% após redução de IPI





A venda de materiais de construção incluídos no pacote de desoneração do governo cresceu 25% em abril deste ano, primeiro mês de redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), segundo dados da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

A entidade afirmou que a venda geral de materiais cresceu 4,5% em abril deste ano, na comparação com o mesmo período de 2008. A expansão, no entanto, poderia ser maior se não fossem os feriados do mês.

O aumento nas vendas ocorre após o setor acumular queda de 12% nos dois primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2008. Em março, o varejo de material de construção apresentou leve recuperação, com crescimento de 1,5% sobre março de 2008.

"Sem dúvida, este número [de março] só não foi maior porque os consumidores estavam na expectativa do eventual anúncio sobre redução dos impostos (IPI), que vinha sendo noticiado constantemente e que acabou acontecendo no dia 30 de março", afirmou Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

"Este represamento fez crescer nossas vendas dos produtos incluídos no pacote de desoneração em 25% durante o mês de abril, forçado pelos consumidores que estavam adiando suas compras, mas também influenciando aqueles que pretendem reformar, já que a medida, inicialmente, vale para abril, maio e junho", disse.

Segundo o presidente da Anamaco, o mês de abril foi muito prejudicado pelos feriados. "Como maio não terá a influência destes feriados, é de se esperar um crescimento perto de 8% comparativo com o mesmo período de 2008. Quando analisamos dias úteis, no mês de abril estávamos crescendo a esta média", afirmou.

Os dados da Anamaco demonstram que os primeiros quatro meses do ano ainda não conseguiram recuperar as perdas do primeiro bimestre de 2009. "No acumulado do ano, estamos com um resultado próximo de zero, o que podemos considerar muito bom, pois viemos de um crescimento em 2008 de 9,5%", disse Conz. "Acreditamos que manteremos de maio a novembro uma média de crescimento de 8%, sempre comparando com o mesmo período de 2008, projetando um crescimento total para 2009 sobre 2008 de 5,5%", explica.

Conz ainda ressaltou que diversas matérias-primas tiveram forte queda em seus preços, como o fio de cobre usado em iluminação e energia, que neste ano teve queda de 35%. "Somado a isso, tivemos as desonerações muito importantes no cimento, tintas, louças, metais e cerâmicas, que tem peso expressivo no faturamento do comércio. Crescer 5,5% após um crescimento de 9,5% em 2008, com estas considerações, pode ser considerado um ano de muito sucesso."

Fonte: Folha Online

terça-feira, 5 de maio de 2009

Carneiro da Cunha: o Corinthians, os dentes, os dedos e o preconceito contra Lula


LULA É O CARA

Marcelo Carneiro da Cunha




É dura a vida de colunista e escritor. Não adianta eu falar, insistir, berrar aqui nesse espaço ou onde mais me deixarem à solta. Tem que vir o Obama pra dizer em alto e bom inglês que o Lula é o cara, Lula is the man, e aí sim, a imprensa repete aos milhões, o Fernando Henrique tem um choque anafilático de tanta inveja e todo mundo cai na real.




Isso não significa que eu não tenha críticas ao Lula ou ao partido. Minha relação com eles é mais ou menos a que eu mantenho com as mulheres: gostaria que fossem muito diferentes, mas, olhem só as alternativas! Vivemos em um mundo real, com defeitos reais, consequências infelizes da nossa humanidade. Compreender esse mundo e governar para ele, tentando ao mesmo tempo torná-lo melhor, com direito a alguma quantidade de sonho, é o que diferencia um político competente de um estadista. E Lula é um estadista, o maior que já tivemos.




Eu acho que boa parte desse preconceito contra o Lula é preconceito mesmo, do ruim. Olhem o que eu ouvi ontem mesmo de uma moradora de um bairro nobre daqui. Ela explicou que não torce para o Corinthians, porque, afinal "tenho todos os meus dentes e conheço o meu pai". Uffff.




Lula, por exemplo, que mal conheceu o pai, na infância, e não sei quanto aos dentes, mas sei quanto aos dedos, torce para o Corinthians. E eleger o Lula foi um momento sublime para os brasileiros porque ele representou a nossa aceitação de nós mesmos por nós mesmos, condição essencial para uma nação ser algo maior do que um mero país.

(clique em "Ver Mais" para ler o artigo de Marcelo Carneiro da Cunha na íntegra)

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Bovespa Começa Maio Com Valorização

Bolsa paulista acompanha movimento positivo do mercado externo. Em abril, bolsa acumulou valorização de 15,55%.

O mês de maio começa com forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Às 11h56 desta segunda-feira (4), o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 5,09%, a 49.700 pontos, acompanhando o dia positivo nos mercados mundiais.

Além do ambiente externo favorável às compras, há espaço para um ajuste de alta devido ao feriado do Dia do Trabalho, já que a sexta-feira acabou de forma positiva para os mercados americanos.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Pior Já Passou


Seguindo a onda de otimismo iniciada em março, a maioria das bolsas internacionais apresentou bons desempenhos em abril. Na Bolsa de Valores de São Paulo, o resultado não foi diferente, com valorização de 15,5% neste mês, a maior desde de fevereiro de 2005. Com isso, a Bolsa garantiu o primeiro lugar no ranking de investimentos. O Ibovespa encerrou abril aos 47.289 pontos e acumula alta de mais de 25% no ano.

O sentimento de “o pior já passou” dominou os investidores em abril, segundo o administrador de investimentos Fabio Colombo. “Alguns indicadores da economia norte-americana apresentaram estabilização ou melhora em relação a sua contínua deterioração”, lembra Colombo.

No Brasil, no entanto, nem todos os indicadores foram animadores. Na última divulgação da taxa de desemprego, por exemplo, houve aumento do indicador para 9%. “Não vejo uma explicação para tamanha alta [da Bolsa]. Os fundamentos da economia não justificam o desempenho. O que tem segurado a valorização da Bovespa é mesmo o ingresso de investidores estrangeiros”, explica o gestor de fundos da Precision Asset Management, André Schibuola.


Em segundo e terceiro lugares aparecem duas categorias de fundos conservadores. Os fundos DI tiveram alta de 0,83% e os de Renda fixa, de 0,82%. Apesar de ocuparem boas posições no ranking de investimentos, as aplicações tiveram desempenho inferior ao registrado no mês anterior. Em março, os fundos DI subiram 0,99% e os de Renda Fixa 0,95%. “Principalmente os investimentos prefixados diminuíram os ganhos com a precificação de nova queda de juro”, diz Schibuola.

Ontem, o Banco Central do Brasil decidiu por novo corte na taxa básica de juros, de um ponto porcentual, para o patamar de 10,25% ao ano. “A marcação a mercado dos títulos prefixados diminui a rentabilidade dos fundos de Renda Fixa, que apresentaram resultado abaixo dos fundos DI”, explica o administrador de carteiras.

Em linha com a expectativa de queda de juros, os Certificados de Depósito Bancário também diminuíram a rentabilidade. Em abril, os CDBs com vencimento em 30 dias subiram 0,72%, contra 0,85% em março. Em quinto lugar no ranking aparece a caderneta de poupança, com 0,55% (no mês anterior, houve alta de 0,64%).

Segundo os especialistas consultados, a queda de rentabilidade entre os investimentos conservadores também se deve à menor quantidade de dias úteis em abril. O quarto mês do ano teve 20 dias úteis, por causa dos dois feriados no período, e março registrou 22 dias úteis.

Desempenho negativo

No campo dos investimentos com performance negativa, aparecem três aplicações consideradas “seguras” em época de crise. O ouro negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) teve queda de 6,94%. O dólar e o euro, que em março, apareceram em segundo e terceiro lugar no ranking, com as moedas comerciais em queda de mais de 5%. Segundo dados do Banco Central, o dólar desvalorizou-se 5,91% e o euro, 6,36%.

O ingresso de investidores estrangeiros na Bolsa foi um dos motivos para a queda das moedas. “O dólar e o euro perderam espaço não só no Brasil, mas em diversas economias do mundo”, aponta Colombo. Para maio, a tendência de baixa não deve se inverter. “O dólar deve se aproximar ainda mais de R$ 2”, avalia o gestor da Precision. No pregão de hoje, a moeda fechou cotada a R$ 2,188.

Perspectiva

Com a queda de rentabilidade dos investimentos conservadores, fica cada vez mais difícil escolher as aplicações. “O investidor que consegue menos de 1% ao mês já começa a se questionar qual é a melhor alternativa”, diz Schibuola. O momento ainda não é de grandes apostas em ações, já que parte do mercado acredita que a Bolsa deve ter uma onda de vendas (“realização”) em maio, com investidores embolsando parte dos ganhos.

A recomendação de Colombo é de que o investidor moderado mantenha a maior parte dos investimentos, cerca de 80%, em aplicações conservadoras, principalmente em fundos DI. “O risco do investimento prefixado devido à volatilidade do juro não compensa o investimento em renda fixa”, avalia. Títulos indexados à inflação, com juro de 6% ou mais, também são uma alternativa. O restante (20%) pode ser direcionado à Bolsa.

Fonte: AE Investimentos

Dilma Diz Que Economia do Brasil Está Mais Forte



A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, afirmou que hoje o Brasil está mais forte para enfrentar crises vindas do exterior. “Antigamente, qualquer crise quebrava o país porque estávamos nas mãos do FMI. A dependência era muito grande e não tínhamos reservas financeiras. Hoje, temos US$ 200 bilhões em reservas. Estamos mais fortes”, disse a ministra em Manaus, durante sua visita ao Amazonas, na segunda-feira e na terça-feira (27/28).

Dilma participou de uma conferência com 500 pessoas entre autoridades, parlamentares e 62 dos 60 prefeitos na Assembléia Legislativa do Amazonas. Ela falou sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e sobre os impactos socioeconômicos da crise financeira internacional.

“A atual crise não vai fazer com que o governo federal corte os investimentos do PAC. A importância desse programa está em dar o peixe e ensinar o brasileiro a pescar”, destacou a ministra, conforme matéria da Agência Brasil. A ministra disse que o Brasil é um exemplo para o mundo de como superar os problemas econômicos e os financiamentos do PAC mostram a capacidade “inigualável” do país de tocar obras de infraestrutura.

O governador Eduardo Braga (PMDB) agradeceu ao governo federal pelas obras realizadas, que têm contribuído muito para o desenvolvimento do Estado. O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), também avaliou positivamente os benefícios para a capital da ajuda da União e disse que a ministra da Casa Civil é uma “executiva extraordinária”. Dilma estava acompanhada dos ministros Alfredo Nascimento (Transportes) e Márcio Fortes (Cidades).(Jornal Hora do Povo)