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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Bovespa Fecha em Alta de Mais de 3%

A quinta-feira (27) foi de forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), dando sequência ao movimento da véspera. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, acelerou os ganhos no final do pregão e encerrou os negócios com alta de 3,16%, aos 62.091 pontos.


Ao longo do dia, foram negociados mais R$ 6,66 bilhões no mercado brasileiro. Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Petrobras PN subiu 2,80%, a R$ 27,81; Vale PNA disparou 6,28%, a R$ 42,10; Itaú Unibanco PN avançou 1,80%, a R$ 33,79; BM & FBovespa ON caiu 2,21%, a R$ 11,93; e Gerdau PN se valorizou em 5,43%, a R$ 24,25.

O bom humor veio da China, que negou que esteja considerando cortar sua exposição aos títulos europeus. Tal suspeita foi levantada na quarta-feira pelo Financial Times (FT) e trouxe instabilidade para os negócios.

Na agenda do dia, uma nova revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do primeiro trimestre. O resultado, uma alta anualizada de 3%, foi ligeiramente inferior àquele divulgado um mês antes, de expansão de 3,2%. Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o desemprego recuou para 7,3% em abril.

Na quarta-feira, o Ibovespa não se abalou com a instabilidade externa e encerrou com elevação de 1,70%, aos 60.190 pontos. O que garantiu essa valorização foi um forte movimento comprador liderado por investidores estrangeiros, o que elevou o volume do pregão para R$ 9,88 bilhões, um dos maiores do mês.


Fonte: G1

terça-feira, 25 de maio de 2010

PETROBRAS DESCOBRE DUAS NOVAS RESERVAS DE PETRÓLEO NA BACIA DE CAMPOS




A Petrobras comunicou nesta terça-feira (25) a descoberta de duas novas acumulações de óleo leve em reservatórios do pós e do pré-sal na Bacia de Campos.




As primeiras estimativas apontam para a existência de até 105 milhões de barris de óleo equivalente nos dois reservatórios. Segundo a companhia, o volume pode ser ampliado para até 360 milhões de barris, caso os trabalhos exploratórios confirmem uma ligação entre Carimbé e outra descoberta feita recentemente na área e anunciada no fim de fevereiro.



Segundo a empresa, o óleo de Carimbé é leve, com 29º API. A empresa pretende fazer um teste de produtividade na região e estuda ligar o poço à plataforma P-48, já instalada na concessão.



As duas descobertas ocorreram após perfuração do poço conhecido como Carimbé (6-CRT-43-RJS), que está localizado no campo de Caratinga, a cerca de 106 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro.



A empresa informa que estão previstos testes para avaliar a produtividade dos novos reservatórios, assim como a análise da interligação do poço à plataforma P-48, atualmente em operação no campo de Caratinga.



Com informações da Agência Estado e do Valor Online

terça-feira, 22 de setembro de 2009

BRASIL INVESTIMENTO SEGURO


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) bateu novo recorde no fechamento desta terça-feira (22), com alta de 0,93%, alcançando os 61.493 pontos.

No final do dia, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, reagiu ainda mais com base no fato de a agência de classificação de risco Moody's ter elevado a nota soberana do Brasil, que entrou na faixa considerada investimento seguro.


Era a última agência internacional que faltava dar tal reconhecimento ao país. Standard & Poor's e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. De acordo com a Moody's, o Brasil mostra mais fôlego diante da crise internacional que outros países que já tinham o grau de investimento.

O setor de mineração foi o que deu mais força à bolsa pelo segundo dia consecutivo, com forte destaque para a mineradora Vale. O índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, tem forte influência do setor de commodities, que representam cerca de 60% de suas negociações.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras subiu 0,66%, para R$ 34,83; Vale avançou 2,54%, a R$ 37,02. Outros destaques também ficaram por conta do Itaú Unibanco, que ganhou 0,44%, para R$ 34,05 e Bradesco, que teve valorização de 0,38%, a R$ 33,60. O volume financeiro negociado ficou em R$ 5,93 bilhões, acima da média para as últimas semanas.


Fonte: Reuters e do Valor OnLine

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

REDUÇÃO DA DESIGUALDADE DE RENDA


A renda do trabalho explica 66,86% da queda da desigualdade entre 2008 e 2001, de acordo com estudo do Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Bolsa Família responde por 17%, a renda de previdência por 15,72% e as transferências privadas por 0,50%.




No período, os 10% mais pobres da população brasileira tiveram aumento de renda de 72,45%, enquanto para os 10% mais ricos esse crescimento de renda foi de 11,37%. O restante da população, também dividido em grupos de 10%, mostrou maior alta da renda quanto mais pobres eram. Para o economista-chefe do CPS, Marcelo Néri, "esta é a década da redução da desigualdade de renda".


Néri considera a renda do trabalho superior a de transferências governamentais "até para a satisfação pessoal" de quem recebe. Dentro dos programas sociais, porém, ele defendeu o Bolsa Família como o melhor para reduzir a desigualdade, porque atinge realmente os mais pobres. Ele classificou o mercado interno e o Bolsa Família como dupla de ataque contra a crise: "O Pelé é o mercado interno e o Tostão é o Bolsa Família", comparou.


Segundo pesquisa do CPS, o Bolsa Família beneficia principalmente a classe E, enquanto o reajuste do salário mínimo é melhor para a classe D e a previdência, para a classe AB. Néri declarou-se contra o aumento permanente do salário mínimo como o governo pretende fazer, com a consolidação das leis sociais.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Forte Presença do Investidor Estrangeiro no Brasil


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão em leve alta nesta sexta-feira (29), garantindo o término de maio acima do patamar dos 53 mil pontos para o fechamento conquistado na véspera.

Nesta sexta-feira (29), índice Ibovespa subiu 0,30%, para 53.197 pontos.Volume financeiro evidenciou forte presença do investidor estrangeiro.

O volume financeiro negociado mais uma vez foi forte, de mais de R$ 8,1 bilhões, evidenciando a presença do investidor estrangeiro na bolsa nacional. Nesta sexta-feira, a Bovespa divulgou que o saldo de dinheiro externo em suas negociações já ultrapassa R$ 10 bilhões no ano.

De acordo com o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian, o fluxo de capital estrangeiro continua muito grande para a bolsa brasileira e o Brasil segue como um país atrativo.

Na visão do especialista, muitos investidores estão antecipando resultados corporativos melhores no segundo trimestre e que o país apresentará um desempenho melhor do que outras economias na virada para 2010

"Além do fluxo estrangeiro, outro componente importante para a bolsa tem sido a queda do juro. Nunca se viu uma taxa tão baixa em um momento de crise. A Selic pode chegar a um dígito ainda em junho. Os investidores precisarão mudar as suas aplicações em busca de remunerações maiores e partirem para ativos mais arriscado", afirmou Dokuzian.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Bovespa Começa Maio Com Valorização

Bolsa paulista acompanha movimento positivo do mercado externo. Em abril, bolsa acumulou valorização de 15,55%.

O mês de maio começa com forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Às 11h56 desta segunda-feira (4), o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 5,09%, a 49.700 pontos, acompanhando o dia positivo nos mercados mundiais.

Além do ambiente externo favorável às compras, há espaço para um ajuste de alta devido ao feriado do Dia do Trabalho, já que a sexta-feira acabou de forma positiva para os mercados americanos.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Pior Já Passou


Seguindo a onda de otimismo iniciada em março, a maioria das bolsas internacionais apresentou bons desempenhos em abril. Na Bolsa de Valores de São Paulo, o resultado não foi diferente, com valorização de 15,5% neste mês, a maior desde de fevereiro de 2005. Com isso, a Bolsa garantiu o primeiro lugar no ranking de investimentos. O Ibovespa encerrou abril aos 47.289 pontos e acumula alta de mais de 25% no ano.

O sentimento de “o pior já passou” dominou os investidores em abril, segundo o administrador de investimentos Fabio Colombo. “Alguns indicadores da economia norte-americana apresentaram estabilização ou melhora em relação a sua contínua deterioração”, lembra Colombo.

No Brasil, no entanto, nem todos os indicadores foram animadores. Na última divulgação da taxa de desemprego, por exemplo, houve aumento do indicador para 9%. “Não vejo uma explicação para tamanha alta [da Bolsa]. Os fundamentos da economia não justificam o desempenho. O que tem segurado a valorização da Bovespa é mesmo o ingresso de investidores estrangeiros”, explica o gestor de fundos da Precision Asset Management, André Schibuola.


Em segundo e terceiro lugares aparecem duas categorias de fundos conservadores. Os fundos DI tiveram alta de 0,83% e os de Renda fixa, de 0,82%. Apesar de ocuparem boas posições no ranking de investimentos, as aplicações tiveram desempenho inferior ao registrado no mês anterior. Em março, os fundos DI subiram 0,99% e os de Renda Fixa 0,95%. “Principalmente os investimentos prefixados diminuíram os ganhos com a precificação de nova queda de juro”, diz Schibuola.

Ontem, o Banco Central do Brasil decidiu por novo corte na taxa básica de juros, de um ponto porcentual, para o patamar de 10,25% ao ano. “A marcação a mercado dos títulos prefixados diminui a rentabilidade dos fundos de Renda Fixa, que apresentaram resultado abaixo dos fundos DI”, explica o administrador de carteiras.

Em linha com a expectativa de queda de juros, os Certificados de Depósito Bancário também diminuíram a rentabilidade. Em abril, os CDBs com vencimento em 30 dias subiram 0,72%, contra 0,85% em março. Em quinto lugar no ranking aparece a caderneta de poupança, com 0,55% (no mês anterior, houve alta de 0,64%).

Segundo os especialistas consultados, a queda de rentabilidade entre os investimentos conservadores também se deve à menor quantidade de dias úteis em abril. O quarto mês do ano teve 20 dias úteis, por causa dos dois feriados no período, e março registrou 22 dias úteis.

Desempenho negativo

No campo dos investimentos com performance negativa, aparecem três aplicações consideradas “seguras” em época de crise. O ouro negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) teve queda de 6,94%. O dólar e o euro, que em março, apareceram em segundo e terceiro lugar no ranking, com as moedas comerciais em queda de mais de 5%. Segundo dados do Banco Central, o dólar desvalorizou-se 5,91% e o euro, 6,36%.

O ingresso de investidores estrangeiros na Bolsa foi um dos motivos para a queda das moedas. “O dólar e o euro perderam espaço não só no Brasil, mas em diversas economias do mundo”, aponta Colombo. Para maio, a tendência de baixa não deve se inverter. “O dólar deve se aproximar ainda mais de R$ 2”, avalia o gestor da Precision. No pregão de hoje, a moeda fechou cotada a R$ 2,188.

Perspectiva

Com a queda de rentabilidade dos investimentos conservadores, fica cada vez mais difícil escolher as aplicações. “O investidor que consegue menos de 1% ao mês já começa a se questionar qual é a melhor alternativa”, diz Schibuola. O momento ainda não é de grandes apostas em ações, já que parte do mercado acredita que a Bolsa deve ter uma onda de vendas (“realização”) em maio, com investidores embolsando parte dos ganhos.

A recomendação de Colombo é de que o investidor moderado mantenha a maior parte dos investimentos, cerca de 80%, em aplicações conservadoras, principalmente em fundos DI. “O risco do investimento prefixado devido à volatilidade do juro não compensa o investimento em renda fixa”, avalia. Títulos indexados à inflação, com juro de 6% ou mais, também são uma alternativa. O restante (20%) pode ser direcionado à Bolsa.

Fonte: AE Investimentos