Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de setembro de 2011

FMI Preocupado!... Quem Diria?!...


WASHINGTON - Técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) estão preocupados com uma escassez de recursos do Fundo caso a situação financeira global piore e mais países precisem de ajuda.
Em documento interno obtido pela Reuters nesta sexta-feira, a equipe do FMI afirmou que o Fundo tem cerca de 390 bilhões de dólares que poderia emprestar confortavelmente sem colocar em risco seu balanço financeiro.
Entretanto, no pior cenário possível, os técnicos alertam que o FMI pode enfrentar uma situação na qual teria que emprestar cerca de 840 bilhões de dólares, cerca de 30 por cento a mais do que a estimativa de 640 bilhões de dólares feita em junho para o pior cenário.
O novo dado reflete o aumento da preocupação com a economia global, advinda em parte da dificuldade que a Europa apresenta para conter a crise da dívida. O documento disse que os próximos relatórios do FMI vão salientar "o notável aumento dos riscos para a estabilidade financeira".
Em um cenário menos preocupante, no qual as autoridades agem rapidamente para frear a escalada da crise da dívida, o FMI vê demanda por 360 bilhões de dólares em empréstimos.
Fonte: UOL (Reportagem de Lesley Wroughton)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

BRASIL INVESTIMENTO SEGURO


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) bateu novo recorde no fechamento desta terça-feira (22), com alta de 0,93%, alcançando os 61.493 pontos.

No final do dia, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, reagiu ainda mais com base no fato de a agência de classificação de risco Moody's ter elevado a nota soberana do Brasil, que entrou na faixa considerada investimento seguro.


Era a última agência internacional que faltava dar tal reconhecimento ao país. Standard & Poor's e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado. De acordo com a Moody's, o Brasil mostra mais fôlego diante da crise internacional que outros países que já tinham o grau de investimento.

O setor de mineração foi o que deu mais força à bolsa pelo segundo dia consecutivo, com forte destaque para a mineradora Vale. O índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, tem forte influência do setor de commodities, que representam cerca de 60% de suas negociações.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras subiu 0,66%, para R$ 34,83; Vale avançou 2,54%, a R$ 37,02. Outros destaques também ficaram por conta do Itaú Unibanco, que ganhou 0,44%, para R$ 34,05 e Bradesco, que teve valorização de 0,38%, a R$ 33,60. O volume financeiro negociado ficou em R$ 5,93 bilhões, acima da média para as últimas semanas.


Fonte: Reuters e do Valor OnLine

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

9 MIL VAGAS EM SÃO PAULO. É ISSO MESMO: 9 MIL!!!

Os centros de intermediação de mão-de-obra da cidade de São Paulo - Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) e o Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) - têm 13.686 postos de trabalho disponíveis em seus bancos de vagas nesta semana para a Grande São Paulo. Desse total, 1.762 vagas são para portadores de necessidades especiais.

Os empregadores preferem que o candidato more perto do local de trabalho ou com facilidade de acesso - como é o caso das 9.335 vagas que estão no mapa abaixo, que traz número de postos por região da cidade, os cargos com maior número de oportunidades entre as áreas operacional, administrativa e técnica, os requisitos e salários.
Existem ainda 3.079 vagas que aceitam candidatos de todas as regiões e 1.272 para candidatos da Grande São Paulo (Guarulhos, Osasco e cidades do ABC).


Não há um prazo para inscrição. A seleção é feita até o preenchimento das vagas. Por isso, é recomendado que os candidatos compareçam às unidades do CST e CAT o quanto antes. De acordo com o Centro de Solidariedade ao Trabalhador, as vagas da área administrativa são preenchidas mais rapidamente que as demais devido à grande procura.

A Zona Sul é a região que oferece o maior número de vagas nesta semana: são 3.142. O maior número é para os cargos de operador de supermercado e recepcionista.

Além das vagas acima, há ainda 44 oportunidades para empregado doméstico dos serviços gerais (de R$ 500 a R$ 800), 13 vagas para cozinheiro de restaurante (de R$ 465 e R$ 1500), 21 para estoquista (de R$ 665 a R$ 750), 12 para auxiliar de vendas (de R$ 550 a R$ 700), 7 para técnico eletrônico (de R$ 900 a R$ 1.440) e 6 para técnico de refrigeração para o McDonald’s (R$ 1.500).

A região central oferece 1.963 vagas. O maior número é para operador de telemarketing e auxiliar de limpeza.


Há ainda 45 vagas para repositor de mercadoria (de R$ 530 a R$ 695), 15 para atendente de balcão (de R$ 510 a R$ 673), 26 para estoquista (R$ 600), 4 para gerente de loja, restaurante ou supermercado (R$ 1 mil), 2 para emendador de cabo elétrico (R$ 697) e 2 para serralheiros (R$ 1 mil).

Já a Zona Oeste tem 1.841 vagas disponíveis. O maior número é para atendente de lanchonete e porteiro de edifícios.

Há ainda 175 vagas para operador de telemarketing (R$ 484), 18 para repositor de mercadoria (R$ 665), 35 para recepcionista (de R$ 600 a R$ 736), 7 para auxiliar de vendas (de R$ 480 a R$ 600), 6 para costureiras (de R$ 716 a R$ 1300) e 3 para confeiteiros (de R$ 682 a R$ 1.200).

A Zona Norte conta com 1.232 vagas. Os cargos com maior número de vagas são operador de telemarketing e porteiro.

Há ainda 19 vagas para empregado doméstico dos serviços gerais (R$ 600), 12 para manobristas (R$ 730), 4 para auxiliar de vendas (de R$ 650 a R$ 800), 2 para auxiliar de crédito (R$ 725), 4 para auxiliar de pintor de automóvel (de R$ 650 a R$ 753) e 2 para técnico eletrônico (R$ 900).

Na Zona Leste são 1.157 vagas. Os cargos com maior número de chances são operador de telemarketing e motorista de caminhão.

Há ainda 36 vagas para porteiro (de R$ 570 a R$ 800), 27 para operador de caixa (de R$ 465 a R$ 730), 2 para supervisor de atendimento ao cliente (R$ 577), 4 para auxiliar contábil (R$ 700), 4 para técnico de projeto eletrotécnico (R$ 1.500) e 3 para técnico de refrigeração (R$ 2 mil).


Como se candidatar


Os interessados devem comparecer aos endereços abaixo com carteira profissional, RG, CPF, certificado de escolaridade e currículo.


Centro de Apoio ao Trabalho de São Paulo

Zona Sul / Interlagos

Avenida Interlagos, 6.122

Zona Leste / Itaquera

Rua Gregório Ramalho, 12

Zona Oeste / Lapa

Rua Monteiro de Melo, 342

Zona Norte / Santana

Rua Voluntários da Pátria, 1.553

Zona Central / Luz

Rua Prestes Maia, 913

O horário de atendimento é das 7h às 18h, de segunda a sexta-feira



Centro de Solidariedade ao Trabalhador de São Paulo

Região central

Rua Galvão Bueno, 782 - Liberdade

Zona Sul

Rua Barão do Rio Branco, 864 - Santo Amaro

O horário de atendimento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

PRODUÇÃO DE MOTOCICLETAS EM ALTA NO BRASIL




As vendas para concessionárias também tiveram alta com 140.702 unidades comercializadas ante 122.736 em julho, um aumento de 14%.


A produção de motocicletas e similares no país cresceu 22% em agosto em relação a julho, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (4) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram produzidas produziu 154.714 unidades, contra 127.297 no mês anterior, o que revela uma recuperação das fabricantes.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

34,818 mil Novas Vagas Formais Criadas no País.


O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, divulgou nesta segunda-feira (18) os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), que mostram uma recuperação do mercado de trabalho. O saldo de empregos em abril ficou em 106,205 mil, bem superior ao saldo registrado em março, de 34,818 mil novas vagas formais criadas no país.


Pela primeira vez no ano, a diferença entre criações de vagas e demissões ficou positiva. O número de demissões de janeiro, 101,748 mil, foi vencido pelo saldo dos meses de fevereiro março e abril. Nos quatro primeiros meses do ano, foram criadas no país 48,4 mil vagas de empregos formais. O número é bem menor que os 797,5 mil postos de trabalho com carteira assinada fechados entre os meses de novembro de 2008 e janeiro deste ano, segundo dados do Caged divulgados em fevereiro.


“Nós somos o primeiro país do G-20 a ter saldo positivo de emprego. Isso porque eu não considero a China, que não tem um sistema confiável de medição”, analisou o ministro. Indústria de transformação teve resultado positivo pequeno de 183 novas vagas.



Setores

Os seis principais setores da atividade econômica registraram no mês de abril, pela primeira vez no ano, um resultado positivo de emprego. De acordo com os dados do Caged, o segmento de serviços foi o que teve o melhor resultado absoluto em abril e foram criados 59,279 mil novos postos de trabalho. No ano, o saldo do setor está em em mais de 168,5 mil vagas.


A construção civil voltou a apresentar resultado positivo de admissões em abril. Nesse segmento foram criados 13,338 mil novos postos de trabalho no mês passado. No ano, o saldo é de mais de 43,6 mil empregos formais.

Na agricultura, o resultado também foi positivo em abril e foram criadas 22,684 mil novas vagas. Essa geração de novos postos fez o nível de empregos formais ficar positivo no setor pela primeira vez no ano em mais de 18,7 mil vagas.

Na administração pública também houve mais admissões do que demissões. O saldo foi de 5,032 mil novos postos de trabalho formais. No ano, o saldo é de 28,8 mil vagas.

A indústria de transformação registrou pela primeira vez crescimento no número de empregos. Em abril, houve criação de 183 novos postos de trabalho formal. Contudo, o desempenho do setor no ano tem déficit de 147,1 mil postos formais de trabalho.



No comércio, o mês de abril registrou saldo de 5,647 mil novas vagas. No ano, o segmento ainda apresenta redução do nível de emprego, de 65,1 mil postos de trabalho.



“Esse mês de abril consolida minha previsão de crescimento do emprego. Eu acredito que, no final do ano, serão gerados mais de um milhão de empregos no ano e crescimento do PIB entre 2% e 3%. Eu acredito que todos os setores da economia já estão dando uma resposta. E insisto, o Caged é o registro de todos os celetistas no Brasil, não é palpite, não é pesquisa e não é projeção”, avaliou Lupi.



Regiões

Das 27 unidades da federação, em nove ainda há déficit de empregos formais. Nos outros 18 estados, o resultado é positivo. São Paulo é o estado que teve o melhor saldo em abril, com a criação de 72,022 mil novas vagas.

Apenas a região Nordeste, segundo os números do Caged, ainda mostra uma redução do mercado de trabalho. Nos estados dessa região, foram fechadas mais de 24,6 mil vagas em abril. Segundo o Ministério do Trabalho, o déficit tem a ver com fatores sazonais relacionados à agroindústria.

No Norte, houve a criação de 652 vagas formais. O melhor resultado na região foi em Rondônia, onde foram criadas mais de 2,079 mil novas vagas. Lupi disse que o resultado positivo se deve principalmente ao início das obras na usina de Jirau, no rio Madeira.

O Sudeste puxou o crescimento do emprego formal no país e registrou a criação de mais de 99 mil novos postos. Todos os estados dessa região tiveram resultado positivo de emprego. Segundo os dados do Caged, São Paulo foi o que apresentou melhor resultado, onde foram criados mais de 72 mil novos empregos. Em Minas Gerais, foram abertas 15,602 mil novas vagas.

No Sul, o saldo foi de 11,708 mil admissões. O melhor resultado ocorreu no Paraná, onde o houve a criação de 7,937 mil novos empregos com carteira assinada. Todos os estados da região tiveram resultado positivo.

Na região Centro-Oeste, o resultado também foi positivo em 19,402 mil postos. O melhor desempenho do mercado de emprego foi em Goiás, onde foram abertas 14,662 mil novas vagas.

sábado, 16 de maio de 2009

COM A ECONOMIA EM ORDEM O BRASIL ATRAI CAPITAL


Estável e com economia em ordem, Brasil atrai capital externo. Economistas alertam, no entanto, que cenário ainda é de volatilidade.

Para os brasileiros, o dólar tem estado barato como há tempos não se via. Esta semana, a moeda norte-americana atingiu o menor valor frente ao real em sete meses, chegando a ser vendido a R$ 2,059. Em dezembro, a cotação chegou a alcançar R$ 2,60.

Mais do que uma boa notícia para quem pretende viajar ao exterior, a queda do dólar é um sinal do bom desempenho – ao menos comparativamente - da economia brasileira, em meio à mais grave crise mundial em décadas.


Com as grandes economias do mundo patinando, o Brasil, durante muito tempo “esnobado” pelo capital estrangeiro, vive uma situação peculiar. Estável e sofrendo efeitos até agora contidos da crise, inclusive com alguns sinais de recuperação, o país se tornou um dos destinos preferenciais desses recursos. E quanto mais dólares no país, mais barato ele se torna, seguindo a velha e imutável lei da oferta e da procura.



“O cenário lá fora está muito ruim. Na economia dos Estados Unidos o cenário é de recessão. Na Europa também, Espanha tem o maior desemprego em 30 anos, a Inglaterra também não esta em situação confortável. E o Brasil é o que se mostra em melhor situação depois da crise”, diz Cláudio Gonçalves, do Conselho Regional de Economia (Corecon).

“Os países estão verificando que emergentes ainda são saída para suas aplicações. Esse dinheiro chegando, precisa ser convertido em reais, então tem uma oferta muito grande de dólares”, explica o professor de economia Luiz Antonio Fernandes de Silva, das Faculdades Integradas Rio Branco.

Dados da Bovespa mostram que esses investimentos voltaram com força: entre 1º de janeiro e 30 de abril, o mercado de ações brasileiro “engordou” R$ 7,074 bilhões em recursos vindos do exterior. Em abril, o volume financeiro negociado atingiu R$ 97,19 bilhões, com alta de 9,2% sobre o resultado de março. Dados que ajudaram a Bovespa a subir cerca de 30% desde o início do ano.

O Brasil também se beneficia – ao menos nesse ponto – da alta taxa básica de juros. Isso porque, para incentivar atividade econômica, a maioria dos países desenvolvidos reduziu suas próprias taxas a patamares próximos a zero, tornando a Selic brasileira, hoje em 10,25%, bastante atrativa.



“Nos outros países, as taxas de juros estão muito baixas. Aqui, mesmo com a queda, continua muito alta, e faz com que tenha muitos capitais entrando aqui”, confirma o professor das Faculdades Rio Branco.

Mas não só dos investimentos externos vive a queda do dólar. Associada a isso, a balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) acumulou um superávit de US$ 7,2 bilhões no ano até a primeira semana de maio. Dinheiro que também irriga a economia e aumenta a oferta de dólares por aqui.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Bovespa Começa Maio Com Valorização

Bolsa paulista acompanha movimento positivo do mercado externo. Em abril, bolsa acumulou valorização de 15,55%.

O mês de maio começa com forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Às 11h56 desta segunda-feira (4), o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 5,09%, a 49.700 pontos, acompanhando o dia positivo nos mercados mundiais.

Além do ambiente externo favorável às compras, há espaço para um ajuste de alta devido ao feriado do Dia do Trabalho, já que a sexta-feira acabou de forma positiva para os mercados americanos.