quarta-feira, 16 de setembro de 2009
RECORDE PARA O BRASIL
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta nesta quarta-feira (16). Com isso, o mercado brasileiro superou a marca de 60 mil pontos pela primeira vez desde julho de 2008, além de garantir um novo patamar recorde para o ano de 2009.
O índice Ibovespa tinha alta de 1,46%, operando aos 60.130 pontos, às 14h15. Dados econômicos sobre inflação e produção industrial vieram dentro das expectativas do analistas e davam força ao pregão norte-americano, cujo bom humor se refletia nas operações locais.
Com o resultado da véspera, quando o índice marcou 59.263 pontos, o Ibovespa, índice que é referência para os negócios no Brasil, acumulou alta de 101% desde 27 de outubro do ano passado, no auge da crise, quando atingiu mínima de 29.435 pontos. Em 2009, o indicador já acumula ganho de 58%.
Análise
Para Alexandre Chaia, professor do Insper (ex-Ibmec de São Paulo), "não era esperado o patamar de 60 mil pontos neste ano". Para o especialista, o quadro de depressão mundial pintado no final do ano passado não se realizou e no Brasil a economia já está no final do ciclo de queda.
"Após a crise de 1929, houve uma recessão de dez anos. Esperava-se a mesma coisa mas a recessão ocorreu em só um ano", disse. Ele afirmou também que a reação à crise foi exagerada.
Fonte: G1
Ops.: Como podemos observar, o Presidente Lula estava certo ao dizer que era só uma marolinha; Assim, como o nosso amigo Arnaldo José da Silva. Cabe agora os empresários voltarem a investir, contratar e expandir a econômia.
Marcadores:
Brasil,
Crise Mundial,
Governo,
País,
Presidente Lula
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
OS SINDICALISTAS EXIGEM AUMENTO REAL DE SEUS SALÁRIOS
Assembleia de Metalúrgicos em frente à fábrica da Mercedes, em São Bernardo do Campo (SP), quinta-feira. Metalúrgicos e empresas automobilísticas filiadas ao Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Sinfavea) não conseguiram ontem chegar a um acordo de reajuste salarial. A entidade patronal reiterou a proposta de reposição inflacionária, que deve ficar ao redor de 4,7%. Os sindicalistas, por outro lado, exigem aumento real de seus salários.
IPCA - Índice Geral de Preços ao Consumidor Aponta Deflação

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (10) que o Índice Geral de Preços ao Consumidor (IPCA) ficou em 0,15% em julho, com retração de 0,09 pontos percentuais em relação a julho, quando o indicador marcou 0,24%. O resultado do IPCA de agosto foi o mais baixo em três anos.
A inflação mostrou queda também em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o IPCA foi de 0,28%. No acumulado de 2009, o índice marca 2,97%. Em 12 meses, o percentual é de 4,36%.
O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país, uma vez que é a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.
Capitais
Entre as capitais pesquisadas, três tiveram deflação no período (Recife, Rio de Janeiro e Salvador), enquanto São Paulo registrou a maior variação de preços (0,57%), com Curitiba e Fortaleza empatadas em segundo lugar (ambas com 0,35% de alta no mês de agosto).
Marcadores:
Brasil,
Crise,
Governo,
Infraestrutura,
País
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Lula pede participação da sociedade nas discussões do pré-sal

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o tradicional discurso do aniversário de independência do Brasil para pedir que a população brasileira participe do processo que definirá o modelo de exploração das reservas de petróleo situadas na camada do pré-sal.
“Uma democracia só se fortalece com a participação da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva para seu deputado, seu senador, para que eles apoiem o que é melhor para o Brasil”, disse o presidente hoje (6) em cadeia nacional.
Lula afirmou que os projetos de lei enviados ao Congresso Nacional vão garantir que esta riqueza seja corretamente utilizada para o bem do Brasil e de todos os brasileiros. “Peço a cada um de vocês que acompanhe passo a passo as discussões destas leis no Congresso. Que se informe, reflita, e entre de corpo e alma nesse debate tão importante para os destinos do Brasil e para o futuro de nossos filhos e netos”, disse.
O fundo social – proposto com o objetivo de garantir que parte dos lucros obtidos a partir da exploração do pré-sal seja aplicada em educação, ciência e tecnologia, cultura, defesa do meio ambiente e combate à pobreza – foi novamente defendido pelo presidente. “Propomos que os recursos do pré-sal sejam colocados em um fundo social, controlado pela sociedade, e que será aplicado, majoritariamente, em desenvolvimento humano”, declarou.
“De um lado, o novo fundo será uma megapoupança, um passaporte para o futuro, que nos ajudará, entre outras coisas, a pagar a imensa dívida que o país tem com a educação e a pobreza. De outro lado, funcionará como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro externo, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nossa economia siga saudável, forte e baseada no trabalho e no talento de nossa gente”, explicou o presidente.
Lula cobrou responsabilidade dos parlamentares: “O embate e a paixão política fazem parte do universo democrático, mas não podemos deixar que interesses menores retardem ou desviem a marcha do futuro”, argumentou.
E resumiu em duas frases a proposta do governo: “De um lado, ela garante que a maior parte da riqueza do pré-sal fique nas mãos dos brasileiros; de outro, ela impede que qualquer governante gaste de forma irresponsável estes recursos”.
“A história tem mostrado que a riqueza do petróleo é uma faca de dois gumes. Quando bem explorada, traz progresso para o povo. Quando mal explorada, ela traz conflitos, desperdícios, agressão ao meio ambiente, desorganização da economia e privilégios para uns poucos. Assim, alguns países pobres, ricos em petróleo, não conseguiram jamais sair da miséria”, argumentou o presidente.
Para Lula, o modelo de partilha é a grande novidade que consta na proposta apresentada por ele. “Quase todos os países que têm grandes reservas e baixo risco de exploração adotam este sistema. Ele garante que o estado e o povo continuem donos da maior parte do óleo e do gás mesmo depois de sua extração. O modelo de concessão, que foi adotado em 97, não se adapta à nova situação”, disse.
“Seria um erro grave mantê-lo no pré-sal. Ele foi implantado quando não sabíamos da existência de grandes reservas e o país não tinha recursos para explorar seu petróleo”, acrescentou.
“Estamos propondo, também, que a Petrobras seja a operadora de toda área. Ou seja, exerça atividades de exploração e produção, com uma participação mínima de 30% em todos os blocos. Assim saberemos tudo sobre as reservas, aperfeiçoaremos nossa tecnologia e faremos da Petrobras uma empresa ainda mais forte”, afirmou. “Este trabalho será complementado pela Petro-sal, uma nova empresa estatal, enxuta e altamente qualificada, que vai gerir os contratos de partilha e os de comercialização”, completou.
Segundo Lula, a nova empresa não vai concorrer com a Petrobras. “Sua função é ser o olho do povo na fiscalização de toda operação”, disse.
Edição: Lílian Beraldo
Marcadores:
Brasil,
Governo,
País,
Pré-sal,
Presidente Lula
sábado, 5 de setembro de 2009
A Criança é Tão Feia que Ninguém Quer Ser o Pai
Por: André Raboni
“Não tenho receio de recuar quando necessário, mas nesse caso estou apenas esclarecendo um ponto que havia sido aprovado pela Câmara e passou despercebido pelos senadores”. Senador Eduardo Azeredo, dizendo que o artigo da nova lei eleitoral, que proibiria blogs e sites de emitir opinião durante as eleições, foi aprovado sem ser percebido pelos senadores.
A reação da sociedade brasileira contra o projeto da nova lei eleitoral surtiu efeito. Durante esta semana, foram muitos os protestos na rede contra o monstrengo que o Congresso queria aprovar para restringir as liberdades na internet durante o período eleitoral.
O democrata Marco Maciel esquivou-se da alcunha de censor, afirmando que o capítulo que restringe as liberdade da internet ficou sob responsabilidade do senador Eduardo Azeredo.
Já o tucano Eduardo Azeredo disse que os senadores aprovaram o projeto de lei “sem perceber” o artigo relativo à internet.
Logo Azeredo, o criador do projeto que quer acabar com a liberdade e a privacidade na internet (projeto este que já foi, inclusive, aprovado no Senado e tramita na Câmara) não teria “percebido” o artigo?
Sei…
No bom estilo Sinhá Boça: “acredite, por favor!”
Esse simples relapso dos senadores criaria um monstrengo legal que proibiria blogs e sites noticiosos de emitir opinião sobre os candidatos, durante os períodos eleitorais.
Em bom português, significa dizer que o Congresso daria um cala a boca na blogosfera, que tem incomodado muito alguns expoentes das nossas classes políticas.
A criança é tão feia que ninguém quer se assumir como pai…
Fonte: http://acertodecontas.blog.br/
“Não tenho receio de recuar quando necessário, mas nesse caso estou apenas esclarecendo um ponto que havia sido aprovado pela Câmara e passou despercebido pelos senadores”. Senador Eduardo Azeredo, dizendo que o artigo da nova lei eleitoral, que proibiria blogs e sites de emitir opinião durante as eleições, foi aprovado sem ser percebido pelos senadores.
A reação da sociedade brasileira contra o projeto da nova lei eleitoral surtiu efeito. Durante esta semana, foram muitos os protestos na rede contra o monstrengo que o Congresso queria aprovar para restringir as liberdades na internet durante o período eleitoral.
O democrata Marco Maciel esquivou-se da alcunha de censor, afirmando que o capítulo que restringe as liberdade da internet ficou sob responsabilidade do senador Eduardo Azeredo.
Já o tucano Eduardo Azeredo disse que os senadores aprovaram o projeto de lei “sem perceber” o artigo relativo à internet.
Logo Azeredo, o criador do projeto que quer acabar com a liberdade e a privacidade na internet (projeto este que já foi, inclusive, aprovado no Senado e tramita na Câmara) não teria “percebido” o artigo?
Sei…
No bom estilo Sinhá Boça: “acredite, por favor!”
Esse simples relapso dos senadores criaria um monstrengo legal que proibiria blogs e sites noticiosos de emitir opinião sobre os candidatos, durante os períodos eleitorais.
Em bom português, significa dizer que o Congresso daria um cala a boca na blogosfera, que tem incomodado muito alguns expoentes das nossas classes políticas.
A criança é tão feia que ninguém quer se assumir como pai…
Fonte: http://acertodecontas.blog.br/
Recuperação da Economia Deve Gerar Um Crescimento de 4,5%

Previsão para 2010
Segundo do Ministério do Planejamento, o resultado deverá somar em 2010, R$ 38,9 bilhões. De acordo com o titular da pasta, ministro Paulo Bernardo, a recuperação da economia no próximo ano, com crescimento previsto de 4,5%, vai gerara mais contratações com carteira assinada, contribuindo para a queda do déficit.
Outro fator que deve gerar mais formalização, segundo o ministro do Planejamento, é a figura do microempreendedor individual, que começou a valer neste ano.
O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a previdência do setor privado, apresentou em 2008 a primeira queda desde 1995, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Previdência Social. No ano 2008, o déficit ficou em R$ 36,2 bilhões, com queda de 19,3% frente ao resultado negativo de 2007, que somou R$ 44,8 bilhões.
Em dezembro de 2008, as contas da Previdência Social registraram superávit, isto é, a arrecadação líquida, que somou R$ 22,96 bilhões, ficou acima das despesas com o pagamento de benefícios, que totalizaram R$ 21,22 bilhões. Com isso, o resultado ficou positivo em R$ 1,73 bilhão.
Marcadores:
Brasil,
Governo,
País,
Política,
Presidente Lula
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
POR QUE A OPOSIÇÃO NÃO QUER A APROVAÇÃO DA CSS?!
Câmara retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.
A regulamentação da Emenda 29, que aumenta recursos para a saúde, dominou ontem as discussões na Câmara e retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), até tentou incluir a matéria na pauta, mas não houve acordo entre os líderes dos partidos do governo e da oposição para votar o texto na próxima semana. Chinaglia previu que os trabalhos se alongassem durante a noite e até de madrugada.
Os oposicionistas tentavam impedir a votação da MP 424/08, que concede crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão a diversos órgãos do Poder Executivo. É que a matéria tranca a pauta e impede a votação do projeto de lei 306, que regulamenta a emenda constitucional 29. "A proposta da oposição era de que não obstruísse os trabalhos, se o governo concordasse em votar a matéria em outra data.", comentou.
Para o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), "Nós esperamos que isso não aconteça e que o novo imposto não seja aprovado".
Exatamente o contrário pensa o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS). "Temos votos, temos segurança para aprovar a CSS. Além disso, a saúde terá recursos extras em um ano melhor de arrecadação e depois, em 2009, a CSS se agrega".
A oposição não quer a implantação da CSS, porque, essa contribuição (imposto) incide diretamente sobre a classe rica. Ou seja, o rico terá de contribuir para o pobre (SUS); aquele que movimentar mais de R$ 3.200,00 reais. A contribuição é de 1% sobre a movimentação. Contra a CSS, está os grandes empresários e a mídia.
Você já imaginou, quanto a Rede Globo teria que contribuir través da CSS, após esses BBB´s ?!...?!...?!... Quanto seria arecadado para o SUS?!...
O grande problema está na demagogia da oposição. Todos reclamam que deve existir mais investimento na saúde, porém, obstruem e declaram fielmante que são contra o esse imposto. A preocupação da oposição, não está na criação do imposto. A preocupação da oposição está na real chance de existir um sucessor do Presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Isso ocorre porque, o Governo Lula está repassando do rico, aos mais necessitados, nesse caso diretamente o (SUS). Ele está fazendo o que a oposição nunca soube fazer Governar com distribuição de renda.
Trabalhar contra a implantação da CSS (imposto do cheque), é atuar contra o pobre doente do SUS.
A regulamentação da Emenda 29, que aumenta recursos para a saúde, dominou ontem as discussões na Câmara e retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), até tentou incluir a matéria na pauta, mas não houve acordo entre os líderes dos partidos do governo e da oposição para votar o texto na próxima semana. Chinaglia previu que os trabalhos se alongassem durante a noite e até de madrugada.
Os oposicionistas tentavam impedir a votação da MP 424/08, que concede crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão a diversos órgãos do Poder Executivo. É que a matéria tranca a pauta e impede a votação do projeto de lei 306, que regulamenta a emenda constitucional 29. "A proposta da oposição era de que não obstruísse os trabalhos, se o governo concordasse em votar a matéria em outra data.", comentou.
Para o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), "Nós esperamos que isso não aconteça e que o novo imposto não seja aprovado".
Exatamente o contrário pensa o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS). "Temos votos, temos segurança para aprovar a CSS. Além disso, a saúde terá recursos extras em um ano melhor de arrecadação e depois, em 2009, a CSS se agrega".
A oposição não quer a implantação da CSS, porque, essa contribuição (imposto) incide diretamente sobre a classe rica. Ou seja, o rico terá de contribuir para o pobre (SUS); aquele que movimentar mais de R$ 3.200,00 reais. A contribuição é de 1% sobre a movimentação. Contra a CSS, está os grandes empresários e a mídia.
Você já imaginou, quanto a Rede Globo teria que contribuir través da CSS, após esses BBB´s ?!...?!...?!... Quanto seria arecadado para o SUS?!...
O grande problema está na demagogia da oposição. Todos reclamam que deve existir mais investimento na saúde, porém, obstruem e declaram fielmante que são contra o esse imposto. A preocupação da oposição, não está na criação do imposto. A preocupação da oposição está na real chance de existir um sucessor do Presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Isso ocorre porque, o Governo Lula está repassando do rico, aos mais necessitados, nesse caso diretamente o (SUS). Ele está fazendo o que a oposição nunca soube fazer Governar com distribuição de renda.
Trabalhar contra a implantação da CSS (imposto do cheque), é atuar contra o pobre doente do SUS.
SETE DE SETEMBRO MINGUADO "QUEM LEMBRA?!"

SETE DE SETEMBRO MINGUADO
O ano foi marcado por um fato inédito: a dispensa de 44 mil dos 52 mil recrutas convocados. E até sem precisar - essa é a opinião de um dos mais influentes colaboradores do presidente Fernando Henrique na área econômica. A dispensa de recrutas teria desgastado a imagem do governo e azedado as relações com as Forças Armadas.
Um episódio que poderia ter sido evitado se, de acordo com esse assessor, houvesse um pouco mais de empenho e criatividade por parte do governo. O dinheiro economizado com a dispensa de recrutas poderia ter vindo de outra fonte, facilmente, segundo ele. A medida de emergência trouxe novamente discussões por mais verbas para os militares.
O governo não deu o dinheiro necessário, mas liberou R$ 300 milhões para o Ministério da Defesa, lançou o Sistema de Vigilância da Amazônia, o Sivam, e abriu a discussão para a compra de novos caças para a Aeronáutica. Mesmo assim, os cortes de verba continuam severos. Dos R$ 5,2 bilhões previstos no orçamento, apenas R$ 3,3 bilhões foram liberados até agora.
A Aeronáutica foi a força mais prejudicada. Isso provocou o cancelamento de operações militares por todo o Brasil e impediu o reforço programado nas fronteiras da Amazônia. A falta de dinheiro também afetou o desfile de 7 de setembro.
Este ano, ele vai ter menos tropas e menos carros. Até a apresentação de caças da Força Aérea foi suspensa. Mas terá uma novidade: o Palácio do Planalto vai oferecer um coquetel depois do desfile para os oficiais mais graduados. Mas a maior preocupação dos militares agora não é o desfile, mas os recursos para o ano que vem. A proposta de orçamento do governo enviada ao Congresso prevê R$ 4,45 bilhões para o Ministério, verba que os militares esperam que o novo presidente não corte.
Fonte: Jornal Bom Dia Brasil - 2002
PRODUÇÃO DE MOTOCICLETAS EM ALTA NO BRASIL

As vendas para concessionárias também tiveram alta com 140.702 unidades comercializadas ante 122.736 em julho, um aumento de 14%.
A produção de motocicletas e similares no país cresceu 22% em agosto em relação a julho, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (4) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram produzidas produziu 154.714 unidades, contra 127.297 no mês anterior, o que revela uma recuperação das fabricantes.
Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil Cresceu Entre 1,8% e 2%

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (4), em Londres, que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu entre 1,8% e 2% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2009.
Os países membros do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) se reuniram nesta sexta em Londres, antes do encontro de ministros de G-20 - grupo das 20 maiores economias industrializadas e em desenvolvimento do mundo - marcado para este sábado (5).
O ministro avalia que ainda não é hora de adotar estratégias de saída porque o Brasil não teve o mesmo comprometimento fiscal que os outros países - os pacotes de estímulo no país representaram apenas 1% do PIB.
Segundo Mantega, em julho e agosto, a economia brasileira deu fortes sinais de aceleração da recuperação em razão da retomada da produção industrial, disse o ministro.
Segundo ele, as medidas de combate à crise já adotadas estão surtindo efeito. Mesmo assim, o ministro é contra a adoção de estratégias de saída neste momento e avalia que as medidas anticíclicas devem ser mantidas no País, ponto defendido também pelos demais países do grupo Bric.
Assinar:
Postagens (Atom)




