quinta-feira, 10 de setembro de 2009

IPCA - Índice Geral de Preços ao Consumidor Aponta Deflação


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (10) que o Índice Geral de Preços ao Consumidor (IPCA) ficou em 0,15% em julho, com retração de 0,09 pontos percentuais em relação a julho, quando o indicador marcou 0,24%. O resultado do IPCA de agosto foi o mais baixo em três anos.


A inflação mostrou queda também em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o IPCA foi de 0,28%. No acumulado de 2009, o índice marca 2,97%. Em 12 meses, o percentual é de 4,36%.

O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país, uma vez que é a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Capitais

Entre as capitais pesquisadas, três tiveram deflação no período (Recife, Rio de Janeiro e Salvador), enquanto São Paulo registrou a maior variação de preços (0,57%), com Curitiba e Fortaleza empatadas em segundo lugar (ambas com 0,35% de alta no mês de agosto).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Lula pede participação da sociedade nas discussões do pré-sal


Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil



Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o tradicional discurso do aniversário de independência do Brasil para pedir que a população brasileira participe do processo que definirá o modelo de exploração das reservas de petróleo situadas na camada do pré-sal.

“Uma democracia só se fortalece com a participação da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva para seu deputado, seu senador, para que eles apoiem o que é melhor para o Brasil”, disse o presidente hoje (6) em cadeia nacional.

Lula afirmou que os projetos de lei enviados ao Congresso Nacional vão garantir que esta riqueza seja corretamente utilizada para o bem do Brasil e de todos os brasileiros. “Peço a cada um de vocês que acompanhe passo a passo as discussões destas leis no Congresso. Que se informe, reflita, e entre de corpo e alma nesse debate tão importante para os destinos do Brasil e para o futuro de nossos filhos e netos”, disse.

O fundo social – proposto com o objetivo de garantir que parte dos lucros obtidos a partir da exploração do pré-sal seja aplicada em educação, ciência e tecnologia, cultura, defesa do meio ambiente e combate à pobreza – foi novamente defendido pelo presidente. “Propomos que os recursos do pré-sal sejam colocados em um fundo social, controlado pela sociedade, e que será aplicado, majoritariamente, em desenvolvimento humano”, declarou.

“De um lado, o novo fundo será uma megapoupança, um passaporte para o futuro, que nos ajudará, entre outras coisas, a pagar a imensa dívida que o país tem com a educação e a pobreza. De outro lado, funcionará como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro externo, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nossa economia siga saudável, forte e baseada no trabalho e no talento de nossa gente”, explicou o presidente.

Lula cobrou responsabilidade dos parlamentares: “O embate e a paixão política fazem parte do universo democrático, mas não podemos deixar que interesses menores retardem ou desviem a marcha do futuro”, argumentou.

E resumiu em duas frases a proposta do governo: “De um lado, ela garante que a maior parte da riqueza do pré-sal fique nas mãos dos brasileiros; de outro, ela impede que qualquer governante gaste de forma irresponsável estes recursos”.

“A história tem mostrado que a riqueza do petróleo é uma faca de dois gumes. Quando bem explorada, traz progresso para o povo. Quando mal explorada, ela traz conflitos, desperdícios, agressão ao meio ambiente, desorganização da economia e privilégios para uns poucos. Assim, alguns países pobres, ricos em petróleo, não conseguiram jamais sair da miséria”, argumentou o presidente.

Para Lula, o modelo de partilha é a grande novidade que consta na proposta apresentada por ele. “Quase todos os países que têm grandes reservas e baixo risco de exploração adotam este sistema. Ele garante que o estado e o povo continuem donos da maior parte do óleo e do gás mesmo depois de sua extração. O modelo de concessão, que foi adotado em 97, não se adapta à nova situação”, disse.

“Seria um erro grave mantê-lo no pré-sal. Ele foi implantado quando não sabíamos da existência de grandes reservas e o país não tinha recursos para explorar seu petróleo”, acrescentou.

“Estamos propondo, também, que a Petrobras seja a operadora de toda área. Ou seja, exerça atividades de exploração e produção, com uma participação mínima de 30% em todos os blocos. Assim saberemos tudo sobre as reservas, aperfeiçoaremos nossa tecnologia e faremos da Petrobras uma empresa ainda mais forte”, afirmou. “Este trabalho será complementado pela Petro-sal, uma nova empresa estatal, enxuta e altamente qualificada, que vai gerir os contratos de partilha e os de comercialização”, completou.

Segundo Lula, a nova empresa não vai concorrer com a Petrobras. “Sua função é ser o olho do povo na fiscalização de toda operação”, disse.

Edição: Lílian Beraldo

sábado, 5 de setembro de 2009

A Criança é Tão Feia que Ninguém Quer Ser o Pai

Por: André Raboni

Não tenho receio de recuar quando necessário, mas nesse caso estou apenas esclarecendo um ponto que havia sido aprovado pela Câmara e passou despercebido pelos senadores”. Senador Eduardo Azeredo, dizendo que o artigo da nova lei eleitoral, que proibiria blogs e sites de emitir opinião durante as eleições, foi aprovado sem ser percebido pelos senadores.

A reação da sociedade brasileira contra o projeto da nova lei eleitoral surtiu efeito. Durante esta semana, foram muitos os protestos na rede contra o monstrengo que o Congresso queria aprovar para restringir as liberdades na internet durante o período eleitoral.

O democrata Marco Maciel esquivou-se da alcunha de censor, afirmando que o capítulo que restringe as liberdade da internet ficou sob responsabilidade do senador Eduardo Azeredo.

Já o tucano Eduardo Azeredo disse que os senadores aprovaram o projeto de lei “sem perceber” o artigo relativo à internet.

Logo Azeredo, o criador do projeto que quer acabar com a liberdade e a privacidade na internet (projeto este que já foi, inclusive, aprovado no Senado e tramita na Câmara) não teria “percebido” o artigo?

Sei…

No bom estilo Sinhá Boça: “acredite, por favor!”

Esse simples relapso dos senadores criaria um monstrengo legal que proibiria blogs e sites noticiosos de emitir opinião sobre os candidatos, durante os períodos eleitorais.

Em bom português, significa dizer que o Congresso daria um cala a boca na blogosfera, que tem incomodado muito alguns expoentes das nossas classes políticas.

A criança é tão feia que ninguém quer se assumir como pai…

Fonte: http://acertodecontas.blog.br/

Recuperação da Economia Deve Gerar Um Crescimento de 4,5%


Previsão para 2010


Segundo do Ministério do Planejamento, o resultado deverá somar em 2010, R$ 38,9 bilhões. De acordo com o titular da pasta, ministro Paulo Bernardo, a recuperação da economia no próximo ano, com crescimento previsto de 4,5%, vai gerara mais contratações com carteira assinada, contribuindo para a queda do déficit.
Outro fator que deve gerar mais formalização, segundo o ministro do Planejamento, é a figura do microempreendedor individual, que começou a valer neste ano.


O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a previdência do setor privado, apresentou em 2008 a primeira queda desde 1995, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Previdência Social. No ano 2008, o déficit ficou em R$ 36,2 bilhões, com queda de 19,3% frente ao resultado negativo de 2007, que somou R$ 44,8 bilhões.


Em dezembro de 2008, as contas da Previdência Social registraram superávit, isto é, a arrecadação líquida, que somou R$ 22,96 bilhões, ficou acima das despesas com o pagamento de benefícios, que totalizaram R$ 21,22 bilhões. Com isso, o resultado ficou positivo em R$ 1,73 bilhão.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

POR QUE A OPOSIÇÃO NÃO QUER A APROVAÇÃO DA CSS?!

Câmara retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.

A regulamentação da Emenda 29, que aumenta recursos para a saúde, dominou ontem as discussões na Câmara e retardou a votação do novo imposto do cheque, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), marcada para hoje.


O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), até tentou incluir a matéria na pauta, mas não houve acordo entre os líderes dos partidos do governo e da oposição para votar o texto na próxima semana. Chinaglia previu que os trabalhos se alongassem durante a noite e até de madrugada.


Os oposicionistas tentavam impedir a votação da MP 424/08, que concede crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão a diversos órgãos do Poder Executivo. É que a matéria tranca a pauta e impede a votação do projeto de lei 306, que regulamenta a emenda constitucional 29. "A proposta da oposição era de que não obstruísse os trabalhos, se o governo concordasse em votar a matéria em outra data.", comentou.


Para o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), "Nós esperamos que isso não aconteça e que o novo imposto não seja aprovado".


Exatamente o contrário pensa o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS). "Temos votos, temos segurança para aprovar a CSS. Além disso, a saúde terá recursos extras em um ano melhor de arrecadação e depois, em 2009, a CSS se agrega".


A oposição não quer a implantação da CSS, porque, essa contribuição (imposto) incide diretamente sobre a classe rica. Ou seja, o rico terá de contribuir para o pobre (SUS); aquele que movimentar mais de R$ 3.200,00 reais. A contribuição é de 1% sobre a movimentação. Contra a CSS, está os grandes empresários e a mídia.


Você já imaginou, quanto a Rede Globo teria que contribuir través da CSS, após esses BBB´s ?!...?!...?!... Quanto seria arecadado para o SUS?!...


O grande problema está na demagogia da oposição. Todos reclamam que deve existir mais investimento na saúde, porém, obstruem e declaram fielmante que são contra o esse imposto. A preocupação da oposição, não está na criação do imposto. A preocupação da oposição está na real chance de existir um sucessor do Presidente Luis Inácio Lula da Silva.


Isso ocorre porque, o Governo Lula está repassando do rico, aos mais necessitados, nesse caso diretamente o (SUS). Ele está fazendo o que a oposição nunca soube fazer Governar com distribuição de renda.

Trabalhar contra a implantação da CSS (imposto do cheque), é atuar contra o pobre doente do SUS.

SETE DE SETEMBRO MINGUADO "QUEM LEMBRA?!"


SETE DE SETEMBRO MINGUADO

O ano foi marcado por um fato inédito: a dispensa de 44 mil dos 52 mil recrutas convocados. E até sem precisar - essa é a opinião de um dos mais influentes colaboradores do presidente Fernando Henrique na área econômica. A dispensa de recrutas teria desgastado a imagem do governo e azedado as relações com as Forças Armadas.

Um episódio que poderia ter sido evitado se, de acordo com esse assessor, houvesse um pouco mais de empenho e criatividade por parte do governo. O dinheiro economizado com a dispensa de recrutas poderia ter vindo de outra fonte, facilmente, segundo ele. A medida de emergência trouxe novamente discussões por mais verbas para os militares.

O governo não deu o dinheiro necessário, mas liberou R$ 300 milhões para o Ministério da Defesa, lançou o Sistema de Vigilância da Amazônia, o Sivam, e abriu a discussão para a compra de novos caças para a Aeronáutica. Mesmo assim, os cortes de verba continuam severos. Dos R$ 5,2 bilhões previstos no orçamento, apenas R$ 3,3 bilhões foram liberados até agora.

A Aeronáutica foi a força mais prejudicada. Isso provocou o cancelamento de operações militares por todo o Brasil e impediu o reforço programado nas fronteiras da Amazônia. A falta de dinheiro também afetou o desfile de 7 de setembro.

Este ano, ele vai ter menos tropas e menos carros. Até a apresentação de caças da Força Aérea foi suspensa. Mas terá uma novidade: o Palácio do Planalto vai oferecer um coquetel depois do desfile para os oficiais mais graduados. Mas a maior preocupação dos militares agora não é o desfile, mas os recursos para o ano que vem. A proposta de orçamento do governo enviada ao Congresso prevê R$ 4,45 bilhões para o Ministério, verba que os militares esperam que o novo presidente não corte.


Fonte: Jornal Bom Dia Brasil - 2002

PRODUÇÃO DE MOTOCICLETAS EM ALTA NO BRASIL




As vendas para concessionárias também tiveram alta com 140.702 unidades comercializadas ante 122.736 em julho, um aumento de 14%.


A produção de motocicletas e similares no país cresceu 22% em agosto em relação a julho, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (4) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Foram produzidas produziu 154.714 unidades, contra 127.297 no mês anterior, o que revela uma recuperação das fabricantes.

Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil Cresceu Entre 1,8% e 2%





O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (4), em Londres, que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu entre 1,8% e 2% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2009.



Os países membros do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) se reuniram nesta sexta em Londres, antes do encontro de ministros de G-20 - grupo das 20 maiores economias industrializadas e em desenvolvimento do mundo - marcado para este sábado (5).



O ministro avalia que ainda não é hora de adotar estratégias de saída porque o Brasil não teve o mesmo comprometimento fiscal que os outros países - os pacotes de estímulo no país representaram apenas 1% do PIB.



Segundo Mantega, em julho e agosto, a economia brasileira deu fortes sinais de aceleração da recuperação em razão da retomada da produção industrial, disse o ministro.

Segundo ele, as medidas de combate à crise já adotadas estão surtindo efeito. Mesmo assim, o ministro é contra a adoção de estratégias de saída neste momento e avalia que as medidas anticíclicas devem ser mantidas no País, ponto defendido também pelos demais países do grupo Bric.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CRITICAR É FÁCIL, DIFÍCIL É FAZER MELHOR


Não se Faça de Surdo, Você Pode Até não Quer Ouvir, Mas é Verdade!
Por: Nazário*

Tenho visto uma meia dúzia de artigos, principalmente aqueles elaborados pela oposição, contendo críticas ao Presidente Lula. Uma minoria de autores, pelo menos os desequilibrados, busca manter suas análises num campo particular, hipotético. Alguns deslizam para o lado da grosseria e até da falta de respeito com a figura do Presidente. E olha que eles são notáveis em criar pretextos para serem explorados. Até o uso da língua nacional, freqüentes nos discursos improvisados do presidente é objeto de crítica por esse tipo de autor. Esse comportamento revela uma tendência dos jornais contemporâneos: cada vez mais, eles renunciam à força dos editoriais para manifestarem suas opiniões, para exercerem a crítica.

Em relação ao Governo Lula, há pessoas que aprovam, outras que condenam e, ainda, outras que avaliam cada ação governamental, concordando com umas e discordando de outras. Isso é normal e acontece em todos os países democráticos do mundo. Quem vive em um país democrático, onde existem eleições diretas e o Governo emana pelo voto do povo, tem obrigação de saber e conviver com isso.

No entanto, fico assombrado quando vejo determinadas pessoas e até grupos na mídia afirmando que o Presidente Lula, através do Programa Bolsa Família, procura cativar sujeitos imbecis e ignorantes. Esses desequilibrados, muitas vezes já garantiram dever e não cumpriram, perante a parcela necessitada da sociedade brasileira. Logo eles que, repetidas vezes, principalmente em época de campanha tem declarado: “o que interessa ao país é levar benefícios para os que mais precisam”. Porém, essa mesma turma que se apresenta a favor do Brasil, são os mesmos que já proporcionaram inúmeros “Bolos” ao povo brasileiro. Entre as inúmeras desgraças proporcionadas pelo desgoverno anterior, me apego a relembrar apenas algumas. Entre elas:

® As febres das privatizações, que não levou em conta a opinião pública e o pior, rifaram a Embraer, Telebrás, Vale do Rio Doce e outras estatais a preços incrivelmente baixos.

® A farra do Proer, em novembro de 1995, o ex-presidente FHC assinou uma medida provisória instituindo o Proer, um programa de salvação dos bancos privados. O abastecimento dos cofres privados, começou pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. A salvação dos bancos engoliu 3% do PIB. Os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia.

® Explosão da dívida pública. Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões.

® Acidentes na Petrobras, por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras
protagonizou uma série de acidentes ambientais no desgoverno FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores.


® Racionamento de energia, imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz.


® Renda em queda e desemprego em alta, para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

® Antes dos 50 anos é vagabundo. O presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou, na data de 11 de maio de 1998, que "pessoas que se aposentam com menos de 50 anos são vagabundos, que se locupletam de um país de pobres e miseráveis".

® Reforma da Previdência, em 1996 a Previdência Brasileira vivia uma crise de financiamento, o déficit era de R$ 1,1bilhão. Em 8 de outubro de 1997, o Senado aprovou a mudança na aposentadoria. Os homens passaram a ter que contribuir 35 anos de contribuição e 60 anos de idade e, para as mulheres, ficou sendo 30 anos de contribuição e 55 de idade.


Como observado acima, fatos registrados na história não faltam para desmascarar essa turma, que tanto tempo esteve no poder e só de pior o fez. E o que é pior, eles pregão todo o tipo de mentira, usam as mais variadas artimanhas políticas, para desmoralizar e incumbir ruínas às obras do governo atual. Assim, tentam esconder a “herança maldita” deixada em nossas mãos. A maioria dos críticos do Presidente Lula, não admite esses fatos e tão pouco, que um da Silva tenha chego ao mais alto grau poder da nação.

Talvez eles louvem a democracia no discurso, mas na atuação do cotidiano político, o que se revela é um totalitarismo capitalista selvagem; que beneficia apenas os ricos e exclui os pobres. Quem sabe não está enraizada nessa turma a origem de tanto empenho para desvalorizar o programa de desenvolvimento social e combate a fome, que atende a 12 milhões de famílias e, esse mês está transferindo mais de 1 bilhão de Reais. O Programa Bolsa Família, na verdade, tem muito que ser valorizado. Quem é que tem coragem de contestar o dever do estado de amparar a parcela da população que passa fome. O que me parece incorreto, aos olhos dos críticos, é a falta de uma contrapartida dessa elite de sangue azul, que cria castelos e não preveja uma saída eficaz e ampla para o contingente populacional pobre.

Segundo os dados estatísticos disponíveis, na linha da fome, o trabalho e combate contra essa mazela, mostra que as pessoas não estão desnutridas nem remotamente dos níveis africanos, no entanto, ainda há por volta de 36 milhões de brasileiros vivendo com até R$125,00 por mês, valor que estabelece a linha de pobreza segundo a classificação da FGV. O Programa Bolsa Família, junto com ações do Governo, vem reduzindo a taxa de mortalidade infantil. No ano de 2000, a taxa de mortalidade era de 38,04% para cada 1000 nascidos, em 2008, a taxa de mortalidade ficou em 26,67%,uma redução de 11,37%. Não é o paraíso, mas estamos no caminho certo. Pois, cuidar daquele que mais necessita é garantir o mínimo de sobrevivência.

Um combate mais efetivo certamente seria o de proporcionar um acesso à educação de qualidade. Acontece que esses que criticam o Governo Lula hoje, no passado não muito distante, não investiram efetivamente em educação. A educação é o segundo fator para a desigualdade entre ricos e pobres. Dados apresentados em outubro de 2004, mostram que, muito embora desde a década de 1960 a política do governo federal para o setor tem sido a ampliação de vagas via privatização, a Taxa de Escolarização Bruta na Educação Superior do país ainda é uma das mais baixas da América Latina, embora o grau de privatização seja um dos mais altos do mundo. As propostas apresentadas até o momento pelo MEC norteiam-se pelo princípio de expansão de vagas, sem recursos adicionais, no setor público, e subsídios ao setor privado, em troca de bolsas de estudo. Para democratizar o perfil dos alunos propõem-se quotas, tanto no setor público quanto no privado. Trata-se de medidas paliativas, que não enfrentam a questão central que é a expansão do setor público sem perda de qualidade, o que implica sair do atual 0,8% do PIB gasto com o ensino de graduação para um patamar de cerca de 1,4% do PIB.

Essa é outra questão crucial, que ao ser colocado pela maioria da mídia e opositores do Governo Lula, surge mirabolantes discursos integralmente contra ou sem maior fundamento a respeito das quotas. Para eles o importante não é estudar, adquirir conhecimento, o que importa mesmo é garantir a próxima eleição!

Não quero usar os adjetivos fortes de que se valeu a maioria da oposição durante os ataques ao nosso Presidente, mas temos de convir que, a falsa idéia colocada nas campanhas anteriores, onde dizia que Lula não poderia governar por ser considerado propriamente um político sem instrução, falhou! A chegada do PT ao poder, com Luiz Inácio Lula da Silva durou mais de uma década, seu período de preparação para a Presidência da República é exemplo de persistência, determinação e o mais importante; sua vitória nas urnas na eleição e reeleição comprova que não basta ter um curso superior na mão ou ser culto, é preciso ter condições para não julgar a ignorância alheia.



Fonte: Almanaque Abril 1998, p.144
http://www.indexmundi.com/g/g.aspx?v=29&c=br&l=pt
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/
http://www.cedes.unicamp.br
http://www2.uol.com.br/JC/_1998/1205/br1205n.htm



*Denis Nazário Martins é Ceramista e Habilitado como Técnico em Enfermagem

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ex-secretária da Receita Federal Depõe Hoje na CCJ


O teatro do absurdo

Duas declarações da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira ao ser sabatinada hoje na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] do Senado sobre um provável encontro que teria tido com a ministra Dilma Ruosseff [Casa Civil] em dezembro, no qual ela [Dilma] a teria pedido para agilizar os processos envolvendo familiares do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) me chamaram a atenção:

1 – Ela negou que tenha sido pressionada por Dilma para acelerar as investigações sobre familiares do senador José Sarney

“Eu disse que ela [Dilma] tinha me pedido celeridade e eu entendi que era para encerrar. Esta foi a minha interpretação e posso ter errado”

2- Lina disse que antes do suposto pedido da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para que acelerasse as investigações conduzidas pela Receita Federal sobre o empresário Fernando Sarney, requerimento idêntico já teria sido feito pela Justiça.

Portanto, qualquer tentativa agora da oposição raivosa e da “imprensa golpista” querer imputar a ministra Dilma Ruosseff qualqyer responsabilidade sobre um eventual pedido seu para que a ex-secretária do fisco encerrasse os processos contra familiares de Sarney não passará de ilação.

Mas uma vez a oposição raivosa e a “imprensa golpista” ficou desmoralizada. O que seria uma “bomba” não passou de um traque. Lina confirmou tudo o que já havia dito à imprensa, mas diante da CCJ revelou coisas que até então ninguém sabia como, por exemplo, que a Justiça já havia pedido, através de requerimenmto, que agilizasse as investigações sobre o empresário Fernando Sarney. 16:19 (27 minutos atrás) Nívea Moreno
Se a imprensa fosse séria nesse país as manchetes amanhã seriam certamente que Lina negou ter sido pressionada por Dilma. Ou; que Lina interpretou errado o pedido de Dilma; Ou melhor ainda; que Lina já havia recebido pedido da Justiça para que acelerasse as investigações conduzidas pela Receita contra Fernando Sarney.

O presidente Lula tem razão quando disse que “Toda vez nesse país que se começa a fazer Carnaval com as coisas que não dão samba, as coisas vão ficando cada vez mais desacreditadas na opinião pública”. Está aí o resultado!

Será que a oposição raivosa ainda vai insistir numa acareação entre Dilma e Lina? Será que a oposição raivosa e a “imprensa golpista”ainda vão insistir em chamar a ministra de mentirosa?

Como diz Luís Nassif em seu blog:
Esqueci do teste semanal: qual será o escândalo da vez desta semana?

Fonte
http://blogdobarbosa.jor.br/