segunda-feira, 11 de março de 2013

Pai dos BRICs aposta que Brasil cresce 5% por ano

247 – Tudo indica, a partir de uma entrevista do economista Jim O´Neill ao jornal americano Wall Street Journal, que o otimismo em relação ao crescimento do Brasil é maior lá fora do que aqui. Responsável por perceber o potencial dos países Brasil, Rússia, Índia e China e por dar a eles o apelido de "BRICs", O´Neill aposta que o Brasil crescerá 5% nesta década. "Estou supondo que o Brasil vai crescer 5% e a Rússia, 4%", avalia.

Na conversa publicada nesta segunda-feira pelo Valor Econômico, o presidente do conselho da Goldman Sachs Asset Management diz ainda que os países do BRIC serão, cada vez mais, "o verdadeiro motor do PIB global". Ele prevê que, em 2015, o PIB agregado do grupo "provavelmente" será maior que o dos Estados Unidos e que o PIB mundial entre 2011 e 2020 será maior do que em cada uma das três últimas décadas "graças aos BRIC".

Em relação à zona do euro, o famoso economista afirma desconfiar que "a Europa vai voltar a ser maçante", o que realmente é, no fundo, a região, diz ele. "O potencial de crescimento da Europa é de cerca de 1,5% a 2% nesta década. Sim, a crise na zona do euro é dramática, mas acabaremos por resolvê-la de uma forma ou de outra. A grande pergunta é: Quando? Essa é a pergunta de um trilhão de euros".

Do grupo, em sua avaliação, a Índia é a que possui o maior potencial de crescimento nesta década, "sem dúvida", e a Rússia está para trás. Apesar de dizer que não quer ser conhecido pelo "Sr. Sigla", o economista revela sua mais nova criação: o MIST ("neblina", em inglês), que engloba México, Indonésia, Coréia do Sul e Turquia. Segundo ele, esses países devem ser vistos distintamente de outros países emergentes. São "gente grande" e se sairão muito bem nesta década, mas não tanto quanto os BRIC, segundo ele.
Questionado sobre qual país do grupo mais gosta de visitar, Jim O´Neill respondeu: "O Brasil, sem dúvida. Porque eles gostam de futebol e eu também. Em 2012, não fui à Índia, mas fui ao Brasil, à Rússia e à China. Eu costumava ir à China com mais frequência".

Enquanto isso, no Brasil, o cenário é de pessimismo
O crescimento de 0,9% em 2012 deu o que falar por parte de economistas, imprensa e principalmente partidos da oposição ao governo. O número foi definido como "crescimento pífio" e "pibinho", enquanto medidas tomadas pelo governo a fim de estimular o consumo, o crescimento da economia e a queda da inflação também sofrem ataques. Ao falar sobre os dados do IBGE, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu que 2012 "foi um ano de melhorias nas condições de vida dos brasileiros".

Ainda segundo Mantega, ações do governo federal como redução de tarifas (da energia elétrica, por exemplo) e desoneração de impostos (como está por vir a da cesta básica) são estruturadas e vão começar a surtir efeito em pouco tempo. Indicadores apontam que haverá uma retomada da atividade econômica e que o pior momento ficou para trás. Há um mês, a OCDE divulgou dados que indicam que a economia brasileira estaria dando sinais claros de que voltará a crescer nos próximos meses.

Fonte: Brasil 247

DILMA E A REDUÇÃO DOS IMPOSTOS FEDERAIS

PIB BRASILEIRO CRESCE 0,9 EM 2012

sexta-feira, 8 de março de 2013

BRASIL AOS OLHOS DO MUNDO

Autor: Enestor Dos Santos
Fuente: Revista CIDOB d'afers internacionals, núm. 97-98
Fecha: 03/05/2012

Estabilidad y crecimiento en Brasil

 Brasil ha podido implementar y perfeccionar desde finales de los años noventa un modelo económico basado en un sistema de metas de inflación para mantener los precios domésticos bajo control, la flexibilidad cambiaria y el compromiso con la solvencia del sector público. Este modelo fue inicialmente adoptado en el segundo Gobierno de Fernando Henrique Cardoso. Luego, durante los dos mandatos de Luis Inácio Lula da Silva, fue mantenido y refinado. Y ciertamente lo seguirá siendo durante el Gobierno de Dilma Rousseff. El consenso en torno a este modelo económico y la relativa disociación del ciclo político del económico han posibilitado la conquista de la estabilidad y la aceleración del crecimiento económico.
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Brasil, de la reducción de la pobreza al compromiso de erradicar la miseria
Autor: Lena Lavinas
Fuente: Revista CIDOB d'afers internacionals, núm. 97-98
Fecha: 03/05/2012

El propósito de este artículo es sintetizar algunos resultados positivos logrados por la gestión de Lula en el ámbito de la política social y señalar los nuevos desafíos asumidos por la presidenta Dilma Rousseff en la erradicación de la miseria, después de su primer año en el Gobierno. Tras el éxito registrado por Lula en la política social, Rousseff se compromete a erradicar la pobreza extrema a corto plazo –cuatro años de mandato–, en una federación marcada por débiles lazos de cooperación, una fuerte heterogeneidad de los entes federados y una profunda desigualdad socioeconómica entre los ciudadanos. En la gestión de Lula, los factores que más contribuyeron a la reducción de la pobreza y la desigualdad fueron la recuperación del valor real del salario mínimo en tasas superiores a la inflación, así como el aumento del empleo formal con la creación de aproximadamente 12 millones de puestos de trabajo en ocho años. A la gestión de Dilma, iniciada con un retroceso en las tasas de crecimiento económico, le aguarda un desafío aún mayor. En este sentido, se evalúan las perspectivas de éxito de esta gestión respecto a la erradicación de la miseria en Brasil.
 
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Brazil's Dilma Rousseff is popular, but not among news media

Rich and powerful newspapers and TV networks have been critical of the left-leaning president despite her hands-off approach toward them.
March 03, 2013|By Vincent Bevins, Los Angeles Times

When left-leaning President Joao Goulart was deposed by the Brazilian military in 1964, the nation's major news media, controlled by a few wealthy families, celebrated.
But during the 21-year dictatorship that followed, the government censored the newspapers and television stations the families operated.
Things are different now. Since 2003, Brazil has been run by the popular left-of-center Workers' Party, known as PT, which has left the news media alone.

But the publications and TV stations, still controlled by the same families, have been critical of the party, despite a public approval rating for President Dilma Rousseff as high as 78%. Not a single major news outlet supports her, with some newspapers and magazines particularly harsh in their criticism.
"It's an extremely unique situation now in Brazil to have such a popular government and no major media outlet that supports it or presents a left-of-center viewpoint," says Laurindo Leal Filho, a media specialist at the University of Sao Paulo.
 
The opposition to the Workers' Party has been present since former left-wing metalworker Luiz Inacio Lula da Silva, once imprisoned by the dictatorship, was elected president in 2002. Lula quickly moved to the center and accommodated business elites, and the following decade saw an economic boom in which 40 million people rose out of poverty.
 
"Brazilian society was based on slavery for over 300 years, and has almost always been run by the same social strata," Leal Filho says. "Some parts of the upper class have learned to live with other parts of society that were previously excluded … but the media still reflect the values of the old-school elite, with very, very few exceptions."
 
The critical news media have been widely praised for hard-hitting investigations of corruption that have led eight members of Rousseff's Cabinet to be replaced, and 25 high-level officials to be sentenced for a vote-buying scandal dating to Lula's administration. But government supporters often say the news media pay much less attention to evidence of corruption involving other political parties.
 
Reporters Without Borders recently issued a report criticizing media concentration in Brazil and recommending an overhaul of laws pertaining to the media. But unlike elsewhere in Latin America where governments openly battle with private media critics, the Brazilian government has taken a relaxed attitude.
 
Even if there were a concerted effort to take action, it would be politically impossible, analysts say. The Reporters Without Borders report details close ties between parts of the media and members of Congress, some of whom even vote to grant licenses to outlets they own, especially outside the bigger cities. To run the country, Rousseff must navigate the complicated waters of the Brazilian congressional system and work with more than 20 other parties.
 
"It's unfortunate, but to govern this country you have to establish alliances," says Mino Carta, editor of Carta Capital, the only publication of any size that supports the government. It sells 60,000 copies a week in a country of almost 200 million.
 
Meanwhile, Rousseff, who was tortured by the dictatorship for her left-wing activities in the 1970s, has taken criticism from the news media in stride, periodically reaffirming her belief in freedom of speech.

Attempting to build a large-scale news outlet that presents a different point of view would be extremely difficult, Carta says, because of the need for advertising revenue.
"That would be a very slow and long-term goal indeed," says the Italian-born septuagenarian.
Most Brazilian media chiefs say their journalism is neutral and objective.
Sergio Davila, managing editor of Folha de Sao Paulo, Brazil's highest-circulation newspaper, says, "When Fernando Henrique Cardoso was in office, [his party] the PSDB said we were against them and pro-PT."
 
Davila points to a report published in the paper at the time detailing votes purchased to ensure Cardoso's reelection. "Now we're just seeing the other side of the coin."
 
But many PT supporters see the major newspapers, including Folha and O Estado de Sao Paulo, as anti-Rousseff, as they do the television network and newspaper run by the dominant Globo group.
"The big media have always defended powerful interests," says Jose Everaldo da Silva, a retired port worker and PT voter in the country's traditionally poor northeast, which has benefited especially from PT rule. "Everyone remembers what Globo did in Lula's first election."
 
When Lula first ran for president in 1989, the Globo TV station heavily edited his final debate with Fernando Collor de Mello, giving Lula less time and showing all of Collor's best moments. The polls turned in favor of Collor, who was elected and later impeached for corruption.
The episode became the subject of a British documentary titled "Beyond Citizen Kane."
 
 

PRODUTO INTERNO BRUTO NO ANO DE 2012 PASSOU DE 4,4 TRILHÕES

O PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas no país) no ano passado chegou a R$ 4,403 trilhões. No último trimestre, houve crescimento de 0,6% em relação aos três meses anteriores. Na comparação com o 4º trimestre de 2011, expansão no período foi de 1,4%.

Segundo estimativa do FMI (Fundo Monetário Internacional), em 2012, os Estados Unidos cresceram 2,2%, e o Japão, 2%. A Alemanha, maior economia da zona do euro, teve o mesmo resultado que o Brasil (0,9%). Já Grã-Bretanha (-0,2%), França (0,2%), Itália (-2,1%) e Espanha (-1,4%), entre outras nações europeias, tiveram resultados ainda piores que o brasileiro, segundo o FMI.

Além de ficar atrás do crescimento médio das 35 economias que o FMI considera avançadas, de 1,3%, a expansão da economia brasileira foi em 2012. Porém, Ficou, ainda, abaixo do resultado de todos os outros países dos Brics – Rússia (3,6%), China (7,8%), Índia (4,5%) e África do Sul (4,5%).
 
O setor que teve melhor desempenho no ano foi o de serviços, que cresceu 1,7%. Já a agropecuária (-2,3%) e a indústria (-0,8%) registraram queda.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 3,1%, favorecido pela elevação de 6,7% da massa salarial dos trabalhadores. A despesa com a administração pública aumentou 3,2%.

A taxa de investimentos, porém, teve queda de 4% no ano, puxada pelo recuo na produção de máquinas e equipamentos.

Segundo Simão Davi Silber, professor de economia da USP, o menor crescimento do Brasil em 2012 em relação ao de algumas economias no centro da crise revela, além de uma recuperação gradual nesses países, “o esgotamento do ciclo de crescimento por incorporação de mão de obra” no país.

“Ao longo dos últimos anos, nossa taxa de desemprego se reduziu drasticamente por causa do setor de serviços”, diz ele à BBC Brasil. “Esse processo está completo, senão muito avançado”.

Agora, diz ele, o crescimento brasileiro dependerá basicamente de investimentos em tecnologia e infraestrutura, para aumentar a eficiência da produção nacional.

Projeções para 2013
 

O baixo índice de crescimento do Brasil em 2012 já era esperado pela maioria de economistas. Para 2013, porém, espera-se uma melhora expressiva.

O FMI, por exemplo, projeta crescimento de 3,5% para o país neste ano, o mesmo que a média mundial.

Para Raphael Martello, economista da Consultoria Tendências, a expansão da atividade econômica no último trimestre de 2012 já sinaliza ventos melhores para este ano. Segundo ele, a indústria, cujo desempenho ruim tem travado um crescimento maior do país, vem mostrando sinais de recuperação.

“Mas ainda há incertezas sobre a magnitude dessa expansão para o resto do ano”, afirma Martello. Ele espera que em 2013 o país cresça 3,2% -- previsão que, contudo, pode ser revista para baixo se não houver melhora gradual na indústria e no nível de investimentos.


 

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

((MULHER))

Mulher sexo feminino;

Feminino, qualidade do gênero e oposto ao masculino;

Masculino, o mesmo que homem;

Homem, ser humano que sozinho nunca será autor da “Vida.”

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Homenagem para Minha Esposa Graziela e, a todas as Outras Mulheres Pela passagem do Dia Internacional da Mulher.
Denis Nazário Martins
 


INDÚSTRIA CONTINUA CRESCENDO NO BRASIL

Indústria no Brasil cresce 2,5% em janeiro, maior expansão em 3 anos
 

 
RIO DE JANEIRO, 7 Mar (Reuters) - A produção industrial brasileira registrou, em janeiro, a maior expansão mensal em quase 3 anos, ao subir 2,5 por cento frente a dezembro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Na comparação com janeiro de 2012, a produção cresceu 5,7 por cento e, em ambos os casos, os resultados vieram acima do esperado. O resultado mensal de janeiro é o mais expressivo desde março de 2010, quando a atividade registrou avanço de 3,4 por cento na comparação anual.

De acordo com pesquisa da Reuters junto a 38 analistas, a expectativa era de que a produção industrial subisse 1,55 por cento em janeiro ante dezembro. As estimativas variaram de alta de 0,60 e 3,10 por cento. Na comparação anual, a expectativa era de expansão de 4,45 por cento, sendo que as projeções variaram de 1 a 5,80 por cento.

Todas as categorias de uso mostraram expansão em janeiro, com forte destaque para a produção de Bens de capital --ligado aos investimentos--, com alta de 8,2 por cento sobre dezembro e de 17,3 por cento ante um ano antes.

Já a categoria Bens intermediários teve uma expansão bem mais modesta, crescendo 0,9 por cento sobre dezembro e 4 por cento sobre janeiro de 2012, enquanto Bens de consumo teve uma alta de 1,2 e 4,6 por cento, respectivamente.

Dentro desta categoria, os segmentos de bens de consumo duráveis tiveram expansão mensal de 2,5 por cento e de bens semiduráveis e não duráveis, de 0,2 por cento. Sobre janeiro de 2012, o crescimento foi de 10,3 e 3,0 por cento , respectivamente.

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Gráfico dados da indústria: http://link.reuters.com/xaw47s
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O IBGE revisou também os dados de dezembro, que passaram a registrar leve alta de 0,2 por cento sobre novembro, ante estabilidade. Com isso, o resultado negativo de 2012 fechado reduziu marginalmente, a 2,6 por cento, frente a 2,7 por cento.

O mau desempenho da indústria brasileira veio apesar das medidas de estímulos do governo em 2012, que foram desde desonerações fiscais para consumo e produção à queda da taxa básica de juros Selic para a mínima histórica de 7,25 por cento ao ano.

Nos dados do Produto Interno Bruto, a indústria registrou uma contração de 0,8 por cento em 2012, enquanto a economia como um todo cresceu apenas 0,9 por cento. No quarto trimestre, porém, houve leve crescimento na atividade industrial de 0,4 por cento sobre os três meses anteriores, ainda segundo dados do PIB.

Uma das maiores preocupações do governo neste momento são estimular os investimentos que, no ano passado, registrou queda de 4 por cento. No final de 2012, no entanto, começou a mostrar alguma recuperação, mas mantém o sinal amarelo aceso.

(Por Rodrigo Viga Gaier e Diogo Ferreira Gomes; Texto de Patrícia Duarte)

quarta-feira, 6 de março de 2013

IMAGENS DA VIDA DE HUGO CHÁVEZ



http://elpais.com/internacional/2012/12/13/album/1355427097_344184.html#1355427097_344184_1362145332

Obama reafirmou seu "apoio ao povo venezuelano", após a morte de Hugo Chávez


Obama reafirma su "apoyo al pueblo venezolano" tras la muerte de Hugo Chávez

Barack Obama
El presidente de EE UU, Barack Obama (Brendan Hoffman / EFE)
  • "EE UU sigue comprometido con políticas que promuevan los principios democráticos, el Estado de Derecho y el respeto de los derechos humanos".
  • "En Venezuela se inicia un nuevo capítulo en su historia", apuntó el presidente en un escueto comunicado.
  • Varios congresistas del Partido Republicano expresaron su complacencia por la muerte del presidente venezolano.

BRASIL E AMÉRICA LATINA DE LUTO

Governo declara luto oficial de três dias por morte de Chávez


Reuters
A presidente Dilma Rousseff declarou três dias de luto oficial no país em respeito à morte do presidente venezuelano, Hugo Chávez, informou o Diário Oficial da União nesta quarta-feira.


O mandatário venezuelano morreu na terça-feira, aos 58 anos, depois de uma luta de quase 2 anos contra um câncer na região pélvica.

Dilma cancelou viagem à Argentina, programada para esta semana, para ir ao funeral do presidente venezuelano.

Na noite de terça-feira, a presidente disse que a morte de Chávez era uma "perda irreparável" para a América Latina, mas lembrou que o governo brasileiro nem sempre concordou integralmente com o líder socialista.

Chávez, que governou a Venezuela por 14 anos, morreu apenas duas semanas depois de ter voltado a Caracas após uma longa internação em Cuba, onde foi operado quatro vezes contra o câncer.

(Por Daniela Ades, em São Paulo)