sexta-feira, 23 de abril de 2010

EMPERSA BRASILEIRA GANHA 7 POSIÇÕES

Petrobras ganha sete posições na lista das maiores empresas do mundo Ranking dos cem primeiros ainda tem Bradesco, Banco do Brasil, Vale e Itaúsa.



A Petrobras passou da 25ª para a 18ª posição no ranking das maiores empresas da revista americana Forbes. A petroleira é a companhia brasileira mais bem colocada da lista, liderada pelo banco JPMorgan. A relação leva em conta, em dólar, os lucros, as vendas, os ativos e o valor do mercado e tem 2.000 empresas.



Avaliada em R$334,7 bilhões (US$ 190 bilhões), a petroleira brasileira aparece atrás de concorrentes mundiais como a americana ExxonMobil (4ª do ranking), da holandesa Royal Dutch Shell (9ª), da britânica BP (10ª), da chinesa PetroChina (12ª) e da russa Gazprom (16ª). Por outro lado, a Petrobras figura à frente da francesa Total (19ª do ranking) e da americana Chevron (20ª).



Entre as cem primeiras corporações, o Bradesco é a segunda empresa brasileira no ranking – aparece na 50ª posição, contra a 78ª posição da lista do ano passado.



Um degrau abaixo está o Banco do Brasil, na 51ª posição. A Vale do Rio Doce, que ficara no 74º lugar na lista passada, figura na 80ª posição, enquanto o Itaúsa está na 82ª colocação.



No topo do ranking, o JPMorgan Chase ultrapassou a General Electric, líder no ano passado, e alcançou o primeiro lugar. O número de companhias brasileiras entre as 2.000 maiores empresas do mundo, segundo a Forbes, passou de 31, em 2009, para 33 em 2010.



Confira a lista das dez maiores empresas do mundo:



1 - JPMorgan Chase (EUA)

2 - General Electric (EUA)

3 - Bank of America (EUA)

4 - ExxonMobil (EUA)

5 - ICBC (China)

6 - Santander (Espanha)

7 - Wells Fargo (EUA)

8 - HSBC (Reino Unido)

9 - Royal Dutch Shell (Holanda)

10 - BP (British Petroleum) (Reino Unido)



Confira as melhores empresas brasileiras e suas posições do ranking:



18ª - Petrobras

51ª - Banco Bradesco

52ª - Banco do Brasil

80ª - Vale

82ª - Itaúsa Brazil

235ª - Eletrobrás

478ª - CSN

620ª - Usiminas

658ª - Tele Norte Leste

698ª - JBS

701ª - CBD

732ª - Metalurgica Gerdau

782ª - Cemig

864ª - CPFL Energia

919ª - Braskem

930ª - BM&F Bovespa

942ª - Redecard

953ª - BRF-Brasil Foods

980ª - Fibria Celulose

1.102ª - Cielo Brazil

1.190ª - Ultrapar Participacoes

1.316ª - Sabesp-Saneamento Basico

1.335ª - Bradespar

1.380ª - CCR

1.399ª - Natura Cosmeticos

1.432ª - Banrisul

1.461ª - OGX

1.472ª - Copel

1.486ª - Embraer Brazil

1.648ª - WEG

1.680ª - Net Serviços

1.705ª - Fosfertil

1.813ª - Sul America

Fonte: Do R7, com Agência Estado.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

FELIZ PÁSCOA!...

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem. E páscoa é muito importante para os cristãos pois celebra a ressurreição de Cristo.

A palavra Páscoa em várias línguas.
Escreva na sua língua também. Obrigado!


Alemão - Ostern

Árabe - عيد الفصح (ʿĪdu l-Fiṣḥ)

Basco - Bazko

Búlgaro Пасха (Paskha)

Catalão - Pasqua

Espanhol - Pascua

Esperanto - Pasko

Finlandês - Pääsiäinen

Francês - Pâques

Friulano - Pasche

Georgiano - აღდგომა (Aghdgoma)

Grego - Πάσχα (Páscha)

Húngaro - Húsvét

Inglês - Easter

Irlandês - Cáisg

Islandês - Paska

italiano - Pasqua

Latim - Pascha ou Festa Paschalia

Letão - Lieldienas

Neerlandês - Pasen

Norueguês - Påske

Polonês - Wielkanoc

Português - Páscoa

Romeno - Paşti

Russo - Пасха (Paskha)

Sueco - Påsk

Turco - Paskalya

Ucraniano - Великдень (Velikden)

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 4 de março de 2010

Até Quando?!...

Até quando o homem irá provocar a irá da natureza?...


Até quando vamos continuar provocando a mãe natureza?...


Até quando o Mundo vai suportar?! e nós?!...








S.O.S CHILE


Nosso futuro governo não será o governo do terremoto, mas o da reconstrução", afirmou Piñera, que assume a presidência em 11 de março, segundo o jornal chileno La Tercera.




Seguido por ondas gigantes de um tsunami que atingiu parte da área costeira do país, o terremoto deixou 802 mortos, 2 milhões de desabrigados e 500 mil construções destruídas.



Piñera também designou os novos intendentes que ficarão responsáveis pela execução do plano de reconstrução.





Segundo o presidente eleito, o plano de ação pós-terremoto tem quatro etapas definidas: enfrentar a necessidade dos cidadãos; dar apoio e ajuda e encontrar os desaparecidos; prestar auxílio aos feridos que estão nos hospitais; e estabelecer a ordem pública.


O anúncio de Piñera foi feito depois de a presidente do Chile, Michelle Bachelet, ter afirmado que a reconstrução do país demorará pelo menos três anos.



"Acredito que pelo menos todo o próximo governo, ou pelo menos os próximos três anos, ficarão comprometidos", disse Bachelet em uma entrevista à rádio ADN de Santiago.







Segundo ela, as tarefas de reconstrução no Chile - atual credor do Fundo Monetário Internacional (FMI) - vão exigir alguns créditos internacionais. Bachelet já tinha levantado a possibilidade de pedir auxílio financeiro internacional na terça-feira, após encontro em Santiago com a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton.



"O Chile tem recursos para uma quantidade de ações, mas vamos ter de pedir crédito ao Banco Mundial e outras instituições", afirmou.







A secretária de Estado também se reuniu com Piñera para expressar sua disposição de ajudar o Chile nos trabalhos de reconstrução. Depois do encontro, o presidente eleito afirmou que estuda ampliar a zona de catástrofe para agilizar a distribuição de ajuda às vítimas da tragédia.







O terremoto de 8,8 graus, um dos mais fortes no mundo desde 1900, arrasou completamente alguns povoados, destruiu pontes e deixou danos milionários a indústrias-chave no centro e sul do Chile.







Segundo a companhia de avaliação de riscos americana Eqecat, os prejuízos devem ficar entre US$ 15 bilhões e US$ 30 bilhões, equivalentes a algo entre 10% e 15% do Produto Interno Bruto (PIB) chileno. Ao ser consultada a respeito, Bachelet disse que um cálculo oficial será anunciado depois que houver informações mais completas sobre a extensão do desastre.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DILMA ROUSSEFF É A CANDIDATA DO GOVERNO LULA


O Partido dos Trabalhadores indicou por aclamação no sábado (20) a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para disputar a sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, na eleição presidencial de outubro. O evento foi marcado por três temas que estiveram direta ou indiretamente no discurso de vários dirigentes do PT, no palco ou fora dele.


Um deles foi o processo de escolha Dilma Rousseff como pré-candidata do PT, atribuída até dentro do partido à vontade pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Outra preocupação foi reafirmar que as diretrizes para o programa do PT aprovadas pelo Congresso do partido na sexta-feira estavam abertas à discussão com partidos aliados e com setores da sociedade.

Por fim, tudo foi montado para associar a imagem de Dilma Rousseff à de Lula e a de seu governo, ambos com aprovação recorde da população.

Os temas estiveram de forma indireta presentes em todos os discursos do dia. "A Dilma não é candidata dela. É candidata de uma coalizão de partidos muito forte. Ela não é candidata do Lula", disse o presidente.

Em seguida, porém, ele assumiu seu papel na escolha e o papel das alianças. "E eu, quando pedi ao PT que apresentasse a Dilma como candidata e aos outros partidos, foi pelas suas qualidades", afirmou o presidente.

No começo de sua fala, já depois de ter sido aclamada pelos delegados do partido como o nome do PT para outubro, Dilma Rousseff se disse orgulhosa da tarefa de continuar a obra "de um líder". "Um líder. O meu líder. De quem eu tenho muito orgulho: o presidente Lula", afirmou.

O tema da relação de Dilma Rousseff com os partidos aliados, e, em especial o PMDB, também esteve na fala de Lula. "Tenho que dito que o PMDB, pelo tamanho dele, vai ser não só o partido que vai estar dentro da campanha como vai ser o partido que provavelmente vai indicar o vice", disse.

Dilma Rousseff também abordou o assunto. "Participo de um governo de coalizão. Quero formar um governo de coalizão", disse ela.

Há três semanas, dirigentes do PMDB haviam se queixado do vazamento de pontos das diretrizes do programa de governo do PT que não teriam sido discutidos com partidos aliados.

A estratégia de colar a imagem da ministra na do presidente ficou evidente até na decoração do auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, onde o evento foi realizado.

GOVERNO LULA e 2010



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O Brasil hoje é respeitado no mundo graças ao nosso projeto de desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda

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O BRASIL começa o ano com reconhecimento da grande maioria da população brasileira e da comunidade internacional da competência com que o governo Lula enfrentou e superou os reflexos da crise econômica mundial iniciada em 2008. O espectro da turbulência ainda ronda inúmeras nações, mas aqui ainda há quem não dissimule a má vontade com a vitória que conseguimos, fechando 2009 com a criação de 1,4 milhão de empregos e a adoção de medidas que possibilitaram o Brasil retomar a trilha do crescimento sustentável.





Movida por motivos políticos-eleitorais, a oposição insiste em tapar o sol com a peneira e ofuscar, com o apoio de segmentos da mídia, a imagem do governo com factoides. Não apresenta nenhuma proposta concreta ao projeto em curso desde 2003. Às vésperas da campanha presidencial de 2010, o debate tem sido pobre e ainda inoculado de preconceitos que se julgavam superados.





Continua a bandinha da neoUDN, cujos acordes soam ao sabor da repercussão midiática de suas ações. No ano passado, tentou espalhar o pânico em torno da gripe suína, vencida pela ação eficaz do Ministério da Saúde. Criou-se uma CPI da Petrobras sem fato determinado; tentou-se surfar em declarações da ex-secretária da Receita Federal. Denúncias vazias que não resultam em nenhum avanço institucional.

Em contraste, os êxitos do governo do PT e aliados. De 2003 para cá, a significativa mudança social e econômica do país não surgiu por milagre.





Com responsabilidade, usando fundamentos econômicos inovadores que romperam com a lógica neoliberal do governo FHC, fizemos mudanças graduais, sem sobressaltos, resultando num quadro que elevou o Brasil a um novo patamar.

Na era FHC, a meta única era o combate à inflação, com as dívidas interna e externa subindo e a credibilidade caindo. Faltava infraestrutura, que limitava o crescimento econômico. Quase tudo dependia de fora, inclusive do FMI, do qual agora o Brasil é credor. O governo Lula manteve o combate e logrou uma taxa de inflação menor, mas ampliou a abrangência da política econômica e monetária.



Abriram-se novos mercados para nossas exportações, que triplicaram, mas ao mesmo tempo estimulou-se o mercado interno de massas, com políticas de estímulo ao consumo e, por consequência, de aumento da cidadania. A dívida interna caiu em relação ao PIB. A externa, líquida, não existe mais.



Houve, portanto, um corte profundo em relação ao modelo anterior que gerou crises e quebrou o país três vezes. Em sete anos, recuperou-se o poder de compra da maioria da população, o volume de crédito à disposição da população alcançou níveis jamais vistos, com a menor taxa de juros em décadas. Em plena crise mundial, adotamos medidas estratégicas. O programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, poderá, em 15 anos, resolver o histórico deficit de moradia do país.



O país deverá chegar a 354 escolas técnicas no final de 2010, quase três vezes mais que o número existente em 2002; foi resultado de decisão estratégica, que já antevia a necessidade de preparação de mão de obra qualificada para o salto de desenvolvimento no país. O Estado foi fortalecido, e o Brasil ganhou força para enfrentar a crise. O salário mínimo teve um aumento real de 46% desde 2003, influenciando a pirâmide salarial. Para o PT e aliados, é evidente a necessidade de continuar e aprofundar o projeto vitorioso, que deu ao país uma nova feição, com grandes avanços em diferentes setores. O Brasil passou a ser respeitado no mundo graças ao nosso projeto de desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda, preservando os interesses nacionais. O país deixou de ser subserviente aos interesses estrangeiros. Passou a ser ouvido sobre os destinos do mundo.



Para continuarmos o desenvolvimento nacional de forma altiva, o desafio em 2010 é mobilizar toda a sociedade para continuarmos avançando. Consolidar o projeto em curso.



Temos à frente, por exemplo, a obrigação de bem administrar os recursos do pré-sal para garantirmos, pela primeira vez, um desenvolvimento econômico com justiça social. Com o pré-sal o país poderá alcançar um patamar de grande potência, mas é preciso administrar seus recursos sob a ótica do interesse nacional. Por isso o convite à oposição para que apresente sua alternativa de governo. Afinal, em 2010, dois projetos serão cotejados pela população. Esse é o debate que se espera ser realizado de forma civilizada.



Desejamos que 2010 seja um ano de um grande debate político sobre o futuro do nosso país. Que seja um ano de saúde e paz para todos, da situação e da oposição.





Fonte: Folha de S. Paulo - 04/01/2010

Autor: RICARDO BERZOINI

domingo, 14 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O HOMEM DO ANO

JORNAL LE MONDE ELEGE LULA COMO " O HOMEM DO ANO"



A publicação francesa apontou o presidente brasileiro como o responsável pelo renascimento do Brasil como um gigante na cena mundial. O jornal espanhol El Pais também escolheu Lula como a "Personalidade do Ano", destacando que ele passará à história pela ambição realizada de tornar o Brasil um país desenvolvido.



Para o Le Monde, o presidente soube ser um democrata, lutando contra a pobreza sem ignorar os motores de um crescimento mais respeitoso dos equilíbros naturais. "A consagração de Lula acompanha a renovação do Brasil", resume o jornal.,



O jornal francês Le Monde escolheu o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva como o “Homem do Ano”, apontando-o como responsável pelo renascimento do Brasil como um gigante na cena mundial. É a segunda homenagem deste tipo que Lula recebe neste final de ano. O jornal espanhol El País também elegeu o presidente brasileiro como a “Personalidade do Ano” e a revista The Economist dedicou um número especial ao Brasil, destacando na capa o Cristo Redentor como um foguete decolando rumo ao espaço.



Na homenagem divulgada nesta quinta-feira (24), o Le Monde afirma: “Embandeirado dos países emergentes, mas também do mundo em desenvolvimento do qual se sente solidário, o presidente brasileiro, de 64 anos, colocou decididamente seu país em uma dinâmica de desenvolvimento". 14:51 (6 horas atrás) Elizabeth

Na avaliação do jornal francês, “o presidente brasileiro, que no fim de 2010 deixará a presidência sem ter tentado modificar a Constituição para concorrer a um terceiro mandato, soube continuar sendo um democrata, lutando contra a pobreza sem ignorar os motores de um crescimento mais respeitoso dos equilíbrios naturais". E acrescenta:



"Presidente do Brasil desde 1º de janeiro de 2003, ao fim de dois mandatos terá dado uma nova imagem a América Latina". "A consagração de Lula acompanha a renovação do Brasil", destaca a publicação que define assim o presidente brasileiro: "Carismático, de sorriso fácil e jovial, Lula, nascido em 27 de outubro de 1945 no estado de Pernambuco, ex-torneiro mecânico e sindicalista, transformou o Brasil em ator essencial do cenário internacional. Diplomacia, comércio, energia, clima, imigração, espaço, droga: tudo lhe interessa e diz respeito."



O Le Monde destaca ainda que Lula foi o primeiro presidente da América Latina a ser recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na Casa Branca. O jornal aponta também como destaques da ação do presidente brasileiro a liderança exercida dentro do G20, a aspiração do Brasil a uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e a condição de primeiro sócio comercial da China. 14:51 (6 horas atrás) Elizabeth

Já o espanhol El País destaca a gestão do presidente brasileiro dizendo: “Quando foi eleito para um segundo e último mandato, Lula disse que o Brasil estava cansado de ser uma potência emergente e que havia chegado a hora de o país se tornar um país desenvolvido sem andar para trás outra vez. Esta é a ambição com que Lula passará à história, diz o jornal.



“Nos sete anos de Presidência, Lula fez o país avançar muito; o Brasil foi o primeiro país a sair da recessão provocada pela crise econômica mundial, seus índices de crescimento ao longo deste período tem sido muito superiores aos das duas décadas anteriores, a pobreza extrema caiu de 35% em 2001 para 24,1% em 2008, e quatro milhões de cidadãos deixaram o patamar da pobreza, incorporando-se às classes médias que já superam a casa dos 50% da população".

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

S.O.S Haiti




Porto Príncipe, 14 jan (EFE).- A ajuda humanitária prometida de todas as partes do mundo começou hoje a chegar ao Haiti, na tentativa de minimizar as até agora devastadoras consequências do terremoto da última terça-feira e já começar a arquitetar uma reconstrução.




A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) constatou a chegada dos primeiros envios de emergência em aviões de França, Venezuela e China. Segundo a ONU, a aterrissagem no aeroporto de Porto Príncipe deve ser feita "no olho" já que a torre de controle segue fora de operação.



O Exército dos Estados Unidos tomou o controle do aeroporto e o preparou para receber durante as 24 horas do dia ajudas que estão a caminho, e se espera a chegada hoje de soldados do Exército e da infantaria de Marinha. Os americanos contam com ajuda da ONU e outras nações nessa tarefa.




A força da ONU instalou um centro logístico próximo ao aeroporto para coordenar os trabalhos até que seja consertada - ainda hoje como se espera - a torre de controle Além da chegada por ar, está chegando a Porto Príncipe por terra a ajuda proveniente da República Dominicana, que divide com o Haiti a ilha de Hispaniola.



Segundo o embaixador dominicano no Haiti, Rubén Silié, o auxílio está sendo enviado pela estrada que cruza a fronteira de Jimaní até Porto Príncipe.



O município dominicano, localizado bem na fronteira, se tornou desde quarta-feira um centro de comando onde são coordenadas as ações de ajuda às vítimas do terremoto.



A ajuda começou a entrar no Haiti na quarta-feira em aviões da França - antiga metrópole - e do Brasil, e hoje está previsto que aterrisse outro com equipamento de campanha.



Três aviões franceses procedentes dos territórios de ultramar aterrissaram em Porto Príncipe com ajuda humanitária e de urgência, e nesta quinta-feira se prevê a chegada de um hospital de campanha em um avião de grande capacidade que parte da França.



Também se espera especialistas em desastres da Colômbia que transportam remédios e mantimentos, e que são acompanhados pelo ministro do Interior e da Justiça, Fabio Valencia.



A União Europeia (UE) enviou ao Haiti especialistas em um avião belga. Hoje está prevista a chegada outros de Bélgica, Luxemburgo, França, Reino Unido e Islândia dedicados à busca e resgate de pessoas.



Também viajaram para o Haiti médicos da Bélgica e da Itália, e está previsto que hoje chegue um avião fretado pela Espanha que partiu do Panamá com 24 toneladas de ajuda humanitária.



À chamada internacional de ajuda urgente para o Haiti se juntaram outros países da América, como México, Canadá, Chile, Equador, Nicarágua e Cuba, assim como de outros continentes, como Japão, Coreia do Sul, Marrocos e Israel.



Vários países e organismos internacionais anunciaram hoje a concessão de ajuda econômica para a reconstrução, entre eles os Estados Unidos (US$ 100 milhões).



O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 (Brasília) de terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.



Ontem, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.



O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.



A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

FELIZ 2010



“Tempo de nascer, tempo de morrer;




tempo de plantar, tempo de colher;



tempo de derrubar, tempo de construir;



tempo de chorar, tempo de rir;



tempo de fazer luto, tempo de bailar;



tempo de abraçar, tempo de separar-se;



tempo de procurar, tempo de perder;



tempo de calar, tempo de falar;



tempo de amar, tempo de odiar;



tempo de guerra, tempo de paz”.



Que 2010, Seja o seu Tempo.